Sonhando com a vizinha


Vizinhas fazem parte dos fetiches e das fantasias de diversos homens. Não fazia da minha, era muito novo. Mas confesso que depois de minha experiência com Margarida, a quem chamamos carinhosamente de Flor, minha opinião mudou radicalmente. Hoje sou totalmente atento à minha vizinhança. Isso porque Flor sempre foi uma grande amiga.
Na verdade, não tão grande: tinha 1,49 m, coxas grossas e sempre a mostra, morena bem bronzeada, rata de praia, exibia uma pele que despertava inveja e desejo. Cabelos pretos bem cuidados, compridos e bem lisos. Peitos grandes siliconados sempre em decotes agressivos. Um sorriso lindo e bem branco. Apenas 19 aninhos. Tinha certa afinidade comigo, pois fazíamos cursinho juntos, logo, pegava carona para ir e voltar.
Sem pretensões, sempre falei muito de algumas bagunças que fazia sem muitos detalhes e nunca percebi o monstro curioso que alimentei na cabeça daquela moça. Inocência minha? Talvez… Só que garanto nunca ter pensando naquilo.
Aos finais de semana de ócio, ficávamos em frente a minha casa sentados conversando. Adolescentes, sem dinheiro e sem muitos compromissos, jogávamos conversa fora e na tarde de um sábado liguei para moça.
– Flor, que está fazendo de bom?
– Pensei em ir aí, mas… acho melhor não.
– O que foi, está tudo bem? O que aconteceu?
Estranhei, ela falava bastante sobre tudo, não sobre intimidade, mas os outros assuntos nunca foram problema. Nem imaginei o que poderia afligi-la, mas, insisti que viesse. Sem efeito.
Liguei mais tarde, já com sol abaixando. Ela disse que viria.
De tanto pensar, lembrei que há poucos dias tinha comentado sobre um sonho excitante que tive com ela, mas, o assunto foi bem irrelevante, até porque a moça riu da história.
Fui para nosso local preferido e ali esperei. Surgiu aos poucos provocante como sempre. Uma bermuda de cotton cinza, uma blusinha solta exibindo a barriga. A tarde quente atenuaria o visual que tinha o perfil ousado da gata.
Ao chegar, vi um semblante meio tenso, talvez tímido. Ainda assim, comecei a conversa com perguntas básicas e aos poucos a gata foi se soltando. Sentamos e a conversa fluiu.
Papo ia e vinha, até que toquei no assunto pois já não conseguia disfarçar minha curiosidade. Ela tentou fugir, mas não conseguia, era o jeito dela e teria que dizer para se aliviar. OP problema é que não sabia como dizer.
– Aconteceu uma coisa estranha essa noite. Tive um sonho, mas não foi um sonho normal?
– Com que?
Não precisava muito para saber sobre o assunto, a gata estava vermelha. Sem graça, não sabia como dizer mas queria falar. Demorei a perceber, mas fui sutil e comecei a generalizar as opções até chegar em sexo. Apesar da suspeita, não tinha ideia se tivera sido bom ou não. Flor encheu-se de coragem e começou a narrar o tal sonho.
– Não me lembro de onde estávamos, mas você me puxou para o quarto. Sem nada falar, me abraçou forte e, mesmo que eu quisesse, não teria como sair de seus braços. Beijou-me e suas mãos começaram a passear por meu corpo. Estávamos escondidos, então apenas me virou de costas, abaixou minha calcinha, levantou minha saia, colocou-me ajoelhada na cama e me penetrou.
Fiquei com tesão na surpreendente narrativa. Não sabia o que dizer. Queria rir pela felicidade em saber que o tesão era recíproco, mas me contive. A primeira pergunta foi inevitável:
– Bom, pode me dizer se você gostou do sonho? Claro, entenderei se preferir não falar sobre. O importante é que se sinta aliviada.
Notei que sua bermuda estava molhada. Disfarcei, porém, fato era que estava excitado. Teria de comê-la!
– Não sei, acho que sim. Acordei com vontade, mas estou morrendo de vergonha.
– Relaxa, Flor, não tem nada demais. Falamos muita besteira.
Mentira minha. Meu pau estava quase rasgando a bermuda. Tentei disfarçar, era tudo muito novo. Então ela me pediu que a abraçasse, e já foi levantando. Eu usava apenas um short que costumava jogar futebol, não teria nem como tentar evitar que percebesse.
O abraço amigo teve mais contato que o normal. A confirmação veio ao que fui sentir o cheiro de seu perfume. Flor se soltou, ofereceu o pescoço para mais, logo, mordi sem força e ao encostar a língua senti o bico de seus seios encostarem em mim. Estávamos na rua. o beijo aconteceu e foi bom, quente. Peguei Flor pelas mãos e a arrastei até a garagem. A intensidade aumentou e, sem pensar, levantei a blusinha da gata. Nunca tinha visto Flor tão séria. E estava deliciosa.
Mamei nos dois peitinhos e me divertia com sua respiração ofegante. Voltei a beijá-la e, maliciosamente, fui prendendo seus cabelos com uma das mão, formando um rabo-de-cavalo. Com a mão direita, abaixei meu short para que o pau ficasse pra fora. Perfeito. Apenas encostei na parede e segurei o cabelo para que a gata mamasse em meu caralho. Dedicava-se. abocanhava-o com gula, sempre de olhos fechados. Tirava-o da boca e o batia em seu rosto. Engolia novamente. Apertava com força, queria muito duro.
Ao que tentava engolir, me permitia ver seu rabo empinado e a calcinha toda enfiada. Não resisti. Tirei e mandei que virasse. Abaixei a bermuda e a calcinha de uma vez só, encaixei e empurrei. Soltou um gritinho ardido, bem breve. Tentava olhar pra trás, mas a cada cutucada fechava os olhos. Meti forte puxando pela bunda e ela sugeriu que ajoelhasse, ali no chão mesmo. Concordei e fui agraciado com um rabo moreno empinado, uma boceta rosadinha e sedenta. Flor fez questão de encostar o rosto no chão para que eu pudesse admirar minha rola alargando sua xoxota. Inesquecível. Empurrava e não ouvia um gemido sequer. Acelerei e passei a meter forte e rápido, até que os gemidos vieram. Poucos, baixos mas perceptivelmente incontroláveis. Notei que as coxas da gata tremiam, e, numa pausa, Flor passou a rebolar e se encaixar em meu pau. As gemidas aumentaram e a gata desabou numa gozada que espirrou em minhas pernas. Apenas tive tempo de tirar meu pau pra fora e lambuzar a bunda e as costas de Flor.
Levantei, subi minha roupa e ajudei a gata a se vestir. Voltamos para calçada e ali ficamos por logos 5 minutos. Não sabia como puxar assunto, tampouco se ela queria conversar. Até que soltei:
– Foi como em seu sonho?
– Não, mas quero que seja. Vamos para o motel?
Partimos….

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