Eu meu marido e mais dois desconhecidos.


Me chamo Carla, tenho 27 anos e sou do Rio de Janeiro e vou compartilhar com vocês meu primeiro conto e também meu primeiro grupal.
Sou branca, olhos castanhos, cabelos lisos da mesma cor até a altura do bumbum, tenho 1.72 e tenho um bumbum grande, seios médios durinhos e entre eles a parte do meu corpo que mais gosto, uma cinturinha que sempre é muito elogiada.
Meu marido se chama Ricardo e na época do caso eramos namorados a pouco menos de 1 ano.
Uma vez, assistindo a um filme pornô para nos aquecermos para mais uma noite quente nos deparamos com uma cena de ménage masculino. Meu marido tinha o costume de averiguar de vez em quando minha bucetinha com seus dedos para notar o quanto eu estava excitada com a cena, e ele fez isso exatamente enquanto dois morenos fortes fodiam uma ruivinha de pele branca no filme. Eu não demonstrava mas estava excitadíssima com a cena de dupla penetração. Para surpresa do meu marido eu não estava molhadinha, estava ensopada, toda a parte de baixo da minha calcinha estava molhada. Ele deu um sorrido de lado e me disse:
– Esta gostando né safada!
– Teria coragem? eu perguntei.
– Se você me desse uma noite com você e mais uma mulher eu faria pra você.
Mal sabia ele que isso também me excitava desde a adolescência, mas nunca havia contato por receio do que pensaria. Então eu respondi:
-Faço qualquer vontade sua e só por te satisfazer.
Na verdade estava excitadíssima com a aceitação dele, mas não queria transparecer isso tão fácil, afinal tínhamos menos de 1 ano de namoro.
Alguns meses depois fizemos uma viagem para Porto Alegre comemorar um ano de namoro. Ele havia me dito no meu ouvido que me faria uma surpresa nessa viagem. Eu já tinha ideia do que seria mas me fazia de santa.
Quando chegamos ao hotel ele me disse:
– Hoje vou realizar sua fantasia, vai ter dois machos só pra você! Já pode ir planejando a minha viu!
Mesmo já esperando isso, fiquei surpresa, e a excitação tomou conta de mim, era uma mistura de calor e frio. Chegava a ter dificuldade de andar, sentia meu corpo todo tremer. Era um sentimento muito parecido com as minhas primeiras transas. Respondi:
-O que está planejando?
-Hoje a noite quero você bem safada, um vestidinho apertado e curto, com uma calcinha bem pequena de preferência vermelha.
Eu não tinha nenhuma roupa como ele queria, mas decidi satisfaze-lo. Peguei um suéter preto. Normalmente usava com uma calça legging por ele ser mais compridinho cobria um pouco abaixo do meu bumbum. Dessa vez usaria ele como vestido. Não era decotado mas marcava bem minhas curvas e quando eu sentava mostrava minha calcinha mesmo com as penas cruzadas. A calcinha vermelha eu já tinha em mente. Uma transparente fio dental que ele adorava. Foi assim que saímos a procura de uma casa noturna. A ideia dele era me colocar como isca na pista de dança, ou seja, caçar o meu futuro amante.
Pegamos um taxi e Ricardo pediu que se dirigisse a alguma casa noturna bem frequentada da cidade. Entramos no banco de trás e já nesse momento notei que a noite seria como planejado, o motorista não tirava os olhos de mim. Como em uma cena de filme chegou a ajustar o retrovisor para me olhar melhor. Ricardo notou e falou no meu ouvido:
-Viu só. Acho que nosso plano vai funcionar bem. E sorriu.
Apesar da enorme vontade me sentia meio constrangida, estava preparada para ser olhada daquele jeito na casa noturna, e mesmo sem gostar de beber, com certeza me sentiria mais a vontade depois de alguma dose. Ricardo me perguntou:
-Esta preparada? Quero que você se sinta bem.
-Estou sim, estou molhadinha já. Estou meio tímida apenas.
-Gostou das olhadas? Ele perguntou.
-Está gostando de me ver sendo comida com os olhos como uma puta né cachorro.
Ele estava sim, já havia conferido isso apalpando sua calça. E eu estava adorando ser comida pelos olhos pelo motorista. Um quarentão de olhos azuis e cabelos esbranquiçados.
Para minha surpresa e sem avisar, Ricardo chamou o motorista e o perguntou:
-Acho que mudamos de plano, pelo que estou vendo a noitada ia sair mais cara que planejei, se importa se eu te pagar a viagem com ela?
Fiquei imediatamente vermelha, e olhei pra ele com cara de que não acreditava no que tinha ouvido.
-Se importa? Ricardo me perguntou.
Não consegui responder, mas nesse momento acho que meu mel devia estar molhando o banco do carro.
O motorista meio engasgado respondeu:
-Nem um pouco. Vai ser aqui?
Não, vamos para um motel. respondeu o Ricardo.
Chagamos no motel. Eu e Ricardo saímos na frete e fomos abri a porta enquanto taxista ia terminando de fechar o carro. Antes que o Ricardo terminasse de abrir a porta o taxista já estava atras de mim. Parecia um cachorro no cio. Já se encostava em mim e roçava sua cintura na minha, querendo deixar evidente o “tamanho” do seu tesão enquanto cheirava meu pescoço.
mal terminamos de abrir e ele me virou. Beijou minha boca e foi deslizando as mãos pelo meu corpo, tentando levantar meu vestido. Estava meio assustada, mas excitadíssima. Notando meu quase desespero meu marido falou.
-Vai com calma. Ela vai ser nossa a noite toda, vamos pedir uma comida antes.
Certamente querendo abaixar o fogo.
Enquanto aguardávamos o pedido meu marido pediu para que eu tirasse meu vestido para eles. Ele ligou uma música alta e eu fiquei de costas para os dois enquanto rebolava, passava a mão por meu corpo e ia puxando meu suéter aos pouco. O taxista olhava pra mim e para meu marido, quase esperando um consentimento de me atacar o que não aconteceu. Quando o suéter passou pelos meus seios, que estavam nús, imediatamente ele colocou a mão sobre seu pau, com algumas fortes apalpadas demonstrava o quanto estava louco para me comer, e aquilo me deixava louca. Foi quando a campainha tocou. ricardo havia trancado a porta e o garçom não conseguia entrar na ante-sala. Então ele me pediu:
-Vai abrir.
-Assim?
-Sim, desse jeito.
Eu estava apenas com a micro calcinha vermelha e transparente que ele pediu, e provavelmente já havia planejado isso quando trancou a porta e pediu comida. Estava excitada demais para raciocinar, e o fato de não saber quem estava do outro lado me deixava ainda com mais tesão. Meu marido e o taxista ficaram no quarto, não viram que peguei uma toalha de rosto na ante-sala para tampar os seios, mesmo deixando a calcinha a mostra, sou safada mas não a esse ponto pensei.
Quando abri a porta era um rapaz moreno, forte que devia ter pouco mais de 20 anos. Ele arregalou os olhos e passou por mim para colocar a comida na mesa. Bingo! Ele era um tesão e eu sabia o que meu marido queria, deixei a toalha de lado e fui ajuda-lo. respeitoso e meio tímido ele só me olhava, achei que não fosse fazer nada até quando ameacei fechar a porta e ele com um suspiro perguntou apontando:
-Posso?
Ele apontava para meus seios, de bico marrom claro e redondinhos que estavam apontados para ele.
Respondi:
-A vontade.
Quando meu marido e o taxista chegaram por trás de mim o garçom lambia e mordiscava meus seios, e eu já estava com seu pau pulsando em minha mão tirado com agilidade pelo meio de seu fechecler.
Ricardo perguntou pra ele:
-Vem conosco?
-Posso?
-Claro que pode, já não estava mamando na minha putinha?
Ricardo me pegou no colo e levou para o quarto. Quase como uma ordem disse:
-Fica de joelhos.
Obedeci. Os 3 ficaram em volta de mim e já colocaram seus paus para fora. O maior era o do garçom grande e grosso com veias enormes. O taxista tinha uma cabeça enorme, parecia um cogumelo vermelho, era médio porem muito grosso, mais até que o do garçom. Meu marido tem um pau que acho lindo, seus exatos 20,5 cm, mais moreno que seu corpo branco e uma cabeça rosada quase roxa. Aqueles paus em minha volta me faziam sentir como uma atriz pornô. E foi assim que decidi agir desde então.
Abocanhei o pau que estava na minha frente, no caso o enorme cogumelo do taxista. a enorme cabeça me fazia forçar para colocar na boca. Enquanto isso punhetava meu marido e o garçom, Todos os 3 gemiam e me xingavam. Comecei a revezar entre lambidas e chupadas o pau dos três, de vez enquanto tentava coloca-los juntos e mesmo não conseguindo chupar passava a língua entre um e outro. Eu jamais havia colocado um pau na boca sem ter certeza que estava limpo. Sentia nojo, mas nesse dia até isso me deixava mais molhada, me sentia como uma verdadeira puta.
Mandei o garçom deitar na cama e falei para o Ricardo.
– Quero reproduzir aquela cena que nos fez estar aqui e ainda vou ser mais puta por que tenho um pau a mais.
Me ajeitei por cima do garçom e comecei a sentar naquela rola enorme de frente pra ele e disse a meu marido:
-Por enquanto só olha sua puta trabalhar.
Ele sorriu e cruzou os braços de pau duro ao lado da cama.
O pau enorme daquele garçom escorregou como manteiga para dentro da minha xana. sentei até sentir encostar no meu útero. Me inclinei para a frente e olhei para trás, o taxista se punhetava:
-Agora é sua vez! Eu disse a ele.
Para minha surpresa ele deu uma lambida gostosa e quente no meu cú. E então começou a ajeitar aquela cabeça enorme no meu buraquinho apertado. Era um misto de dor e tesão que nunca havia imaginado. sentia os dois paus se encontrarem dentro do meu corpo, um pressionando o outro a cada estocada e então comecei a gemer alto. Gritava:
-Mete vai. Mete nessa puta. Me fode inteira.
Olhei para o Ricardo e disse:
-Agora você vem, enche minha boca.
Foi o que ele fez. Chupei o pau dele com uma vontade louca, descontava cada estocada que eles me davam chupando o pau do meu marido, que gemia de tesão, em ver sua mulher agindo como uma puta e com minha boca.
Eu não queria gozar rápido, costumava ficar mole e não ter mais forças. Mas não aguentei. tremi dos pés a cabeça em um gozo profundo. Para minha surpresa, eu queria mais.
Uma coisa inesperada aconteceu. Ricardo deitou na cama e disse:
-Vamos fazer um 69 cadelinha.
Ele estava excitado mas não esperava que ele fosse querer lamber minha buceta que já tinha sido usada por outro. Aquilo era louco e eu estava adorando. Sentei eu seu rosto e comecei a chupar seu pau, quando tirava da boca, falava, lambe essa buceta usada, lambe cachorro. Foi quando o taxista se ajeitou por trás de mim e começou a colocar seu pau em minha xota. Para minha surpresa maior ainda Ricardo não saiu. Pelo contrário, lambia do meu grelo até o pau do meu amante. sugava meu mel escorrendo da buceta e lambia o pau entrando e saindo de mim.
Quando me dei conta disso, virei rapidamente e falei para o taxista:
-Quero na boca, vem!
Sabia que ia compartilhar uma chupada com meu marido. Nem nas minhas maiores fantasia podia imaginar isso, e isso era mais excitante que qualquer uma delas.
Minha boca e a de Ricardo se encontravam em lambidas insanas em volta daquele pau extravagante, de vez em quando ele chupava, de vez em quando eu. Nossas línguas se encontravam em movimentos rápidos e ele, assim como eu estava se deliciando com aquela piroca.
Eu estava deitada sobre ricardo e ele ajeitou seu pau para entrar na minha buceta, foi a vez do garçom comer meu cú. Estava louca e gozei mais 2 vezes.
No fim me colocaram novamente de joelhos e tocaram punhetas comigo de boca aberta segurando os seios. Um verdadeiro banho de porra quente, uma delícia.
O Garçom saiu logo do quarto e Ricardo disse que o taxista podia ir, que iriamos na manha seguinte.
Quando estávamos a sós ele me olhou meio envergonhado, com certeza achava que eu iria julga-lo. Não deixei ele falar e disse:
-Adorei. Você me deu me deu 3 gozos em uma noite e a melhor parte foi dividir aquela pica com você.
Ele sorriu sem graça e respondeu:
-Gostou mesmo? Achei que pudesse não gostar.
-Achei o máximo. Quero realizar cada um dos seus desejos.
Nos beijamos e dormimos abraçados a noite toda.
Se gostaram comentem que em breve colocarei outras histórias nossa.

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