Uma rapidinha com o sobrinho


Olá, queridos, estou de volta, hoje vou relatar uma transa muito gostosa que tive com o meu sobrinho Juninho. Espero que gostem.

Há uns dois anos, meu marido e o meu cunhado alugaram um sítio em Santa Catarina para curtimos as férias. Fomos eu, meu marido Zeca, a Nara (minha cunhada e irmã do Zeca), meu cunhado Vinícius e o filho deles, o Juninho. Enquanto, nós quatro tínhamos por volta dos 42 anos de idade cada um, o Juninho tinha apenas 19. Apesar de eles serem do sul, fazia tempo que não nos víamos, pois eles moram em Pernambuco. Tanto que não eu via o Juninho desde quando fomos visitá-los em Recife, há cerca de 15 anos. Minha surpresa foi enorme quando fomos buscá-los no aeroporto, ainda que o acompanhasse por fotos via face e instagram, eu não esperava ver um homem feito, alto, loiro, magro, muito lindo. No momento em que abracei, percebi que teria problemas nesses dias em que passaríamos juntos, pois fico incontrolada quanto sinto que estou na presença de um macho de verdade, ainda que ele seja da família e eu tenha idade para ser mãe dele.

Saímos de Porto Alegre numa sexta-feira pela manhã de sexta-feira e chegamos quase ao final da tarde.

A casa principal do sítio é estilo fazenda, muito ampla com dois pisos. No piso superior, onde ficam os quatro quartos, um living com lareira e com visão panorâmica da serra, possui uma sacada, de onde se pode ver o movimento da piscina. No piso em baixo fica a sala principal, uma cozinha grande e a casa da piscina, com mesa de jogos e churrasqueira.

Os primeiros dias, como não fez muito calor, aproveitamos para conhecer o lugar e as cidades próximas. Visitávamos alguns restaurantes e alguns estabelecimentos durante o dia e à noite ficávamos sentados na varanda da sala conversando, tomando cerveja ou algum outro drinque. Até então o Juninho me parecia muito quieto, ficava mais envolvido com o celular ou dormindo. Eu aproveitava para conversar com a Nara sobre trabalho e outras coisas de mulher. Logo já estávamos bem confidentes uma da outra.

No segundo domingo, estava fazendo um calor maravilhoso. Estava ótimo para se refrescar na piscina. Os homens colocaram suas sungas e logo já estavam nadando. Eu e a Nara fomos trocar de roupa e passar bronzeador. Coloquei meu biquíni branco, de chamar atenção por causa do tamanho. A parte de cima mal conseguia cobrir os mamilos, enquanto que parte de baixo ajudava a evidenciar a minha boa forma física. Modéstia à parte.

No momento que cheguei perto da piscina, senti o olhar guloso do Vini para o meu corpo. Meu marido não esboçou nenhuma reação, o que era de se esperar do corninho. A Nara, que estava com um biquíni muito mais comportado com o meu, demonstrava uma certa insatisfação e um certo pudor. Não me importei com nada disso, o meu objetivo era tentar chamar a atenção do Juninho. Não me frustrei.

Solicitamente ele veio me ajudar a descer a escada da piscina, seus olhos estavam fixos nos meus seios. Durante os mergulhos, ele não sabia mais o que fazer para me chamar a atenção, brincava com o meu marido, dizendo que era o homem mais sortudo que conhecera; jogava água de forma infantil nos demais e outras peripécias. O Vini também parecia meio descontrolado, ajudava o filho com as bobagens, enfim, se comportando tal qual um homem que não pode ver mulher. Eu não os culpava.

Após o mergulho na piscina, sentamos nas espreguiçadeiras e ficamos conversando e curtindo o sol. Talvez fosse o calor ou o efeito dos exercícios na piscina, eu estava me sentindo malemolente. O meu corpo seminu exposto na frente daqueles homens estava me dando tesão gostoso, minha buceta já estava acusando um desejo de macho. Minhas mãos quase que involuntariamente percorriam das pernas, passando por sobre a barriga e indo à altura do colo. Foi quando tive a ideia de fazer umas caipirinhas. Era uma oportunidade de me afastar e levar o Juninho comigo.

– Juninho, você me ajuda a fazer as bebidas? – sem pestanejar, ele aceitou de pronto. Perguntei se alguém queria mais alguma coisa, os homens pediram charuto e a Nara encomendou o livro que estava lendo.

Nos afastamos do grupo em direção a casa. Eu estava ansiosa e excitada. Assim que entramos, o Juninho foi para a cozinha começar o preparo, enquanto fui buscar as outras coisas. Ao voltar, fiquei admirando a beleza máscula do meu sobrinho. Que belo espécime! Definitivamente eu o queria dentro de mim. Senti minha boca ressacada, os batimentos cardíacos acelerados. Enfiei a mão na buceta e senti o grelo inchado e a umidade pegajosa do lubrificante natural. Fiquei louca para sentir a textura daquelas coxas grossas e bronzeadas. Cheguei perto e o abracei pela cintura.

Ele se virou imediatamente, meio surpreso, talvez não esperasse que eu o abordasse tão rapidamente.

– Será que vão nos ver? – perguntou sem muita convicção. Fiquei acariciando o seu tórax, enquanto lambia meus lábios e olhando em seus olhos. Senti o cheiro de sua pele, uma mistura de perfume masculino e suor de homem jovem. Meu tesão só aumentava. Desatei a parte de cima do biquíni, deixando os mamilos intumescidos completamente à mostra. Percebi o volume mais que dobrar embaixo da sunga preta.

Ajoelhei-me no chão da cozinha e baixei a sua sunga. Surge então um belo pau duro, de cor rósea, trazendo consigo um saco bem vermelho com pentelhos aloirados e com cheiro delicioso de almíscar e sarro masculino. Minha boca começa a salivar e parto logo para a degustação. Começo lambendo a base, esfrego a língua nas bolas, sinto os pêlos grudados na língua e vou subindo até a glande. Entre masturbação e lambidas, vou caceteando a minha cara com a piroca já babada.

Lembrando-me que não tínhamos muito tempo, deito-me no chão e arreganho as pernas e me entrego ao abate. Meu sobrinho confirma o que eu esperava. Enfiou sem dificuldades e começou a sovar a minha buceta freneticamente. A fricção das peles exalava um odor forte de sexo pelo ambiente, enlouquecendo-nos e acentuando ainda mais o prazer. Ainda socando, ele me comprimia entre o seu corpo e o piso, fazendo nossos corpos suados se esfregarem um no outro numa perversidade incestuosa.

Para que eu não gritasse ou emitisse algum som de gemidos, Juninho, muito mais forte, tapou a minha boca com uma das mãos, obrigando-me a respirar apenas pelo nariz. Quase sufocada e comprimida como estava, não pude nem me mexer. Completamente dominada, fiquei passivamente sentindo sua respiração sôfrega e o seu cacete me possuindo e usurpando meu corpo. Gozei em instantes.

Os movimentos involuntários do meu orgasmo o fizeram gozar bruscamente e a me penetrar com muito mais força e mais fundo. Ele sussurrava e repetia:

– Quer leitinho, tia putinha? Quer leitinho do sobrinho na bucetinha, quer?

Adorei ouvir isso. É uma sensação muito gostosa ver os homens enfeitiçados pela magia da buceta.

Nem tivemos tempo de nos recompor, ouvimos passos do lado de fora da cozinha. Com o susto, levantei a tempo de me ajeitar o biquíni e fiquei oculta pela geladeira. Enquanto o Juninho disfarçava na pia, fazendo as bebidas. A Nara entra em instantes e nos pergunta por que estávamos demorando. Vendo que a bebida ainda estava por fazer, o gelo já derretido em cima da pia; provavelmente também percebeu a sunga do Juninho salientando o pênis ainda ereto, ou os meus cabelos em desalinho, apesar das minhas tentativas mal sucedidas em tentar arrumá-los, ela desconversou constrangida e saiu, apenas nos recomendando que os demais nos esperavam.

Enfim, terminamos as bebidas e retornamos a curtir o sol e o belo domingo.

Beijo a todos,

rejanesexy@live.com

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