Um réveillon especial


Um dia desses, uma amiga me perguntou por que resolvi trair o meu marido com outros homens? Porque ele não pode me dar orgasmos e outros homens pode, é simples assim. Não me interpretem mal, eu tentei muito duro com o Zeca, mas ele não me excita como antigamente. Apesar de ele ser bom com a língua, isso quando ele está a fim, mas uma mulher precisa ter sua buceta preenchida de vez em quando. Não é verdade?

É claro que eu sabia que ele não era um grande amante, quando me casei com ele, mas eu pensei que ele iria melhorar com a idade. Sem sorte. Ele ainda vem muito rápido, goza logo em seguida e diz que é porque eu o deixo completamente animado, por isso é a culpa minha. Não me separo dele, pois somos muito amigos como casal, e por vários motivos não compensa nos separarmos. Infelizmente, na cama não conseguimos acender a antiga paixão. Por outro lado, estou adorando essa nova vida que estou levando, fazendo sexo casual quando eu bem entender às escondidas do meu marido. Isso me deixa completamente excitada, sem contar que me dá um pouquinho de medo de ser descoberta, o que aumenta ainda mais o tesão. Nesse sentido, sempre procurei sair para as minhas aventuras quando ele estivesse viajando, evitando assim ao máximo a possibilidade de ser descoberta.

No entanto, nesse réveillon, a família do Zeca resolveu se reunir num sítio aqui no interior do Rio Grande do Sul. Éramos em torno de umas 30 pessoas. A família estava toda reunida para comemorarmos a vidada de 2012 paraa das irmãs do Zeca, a Célia, estava acompanhada dos três filhos e do marido, o Paulinho. De pequeno, ele só tem o nome. É um negro alto – mais alto que o meu marido, inclusive, deve ter em torno de 1,90m – musculatura bem definida, principalmente os seus braços, e é militar do Exército. Não é muito bonito, mas é extremamente charmoso, seja pela sua aparência máscula de um homem de quarenta anos ou seja por sua voz grave. Sempre achei que ele fosse fiel a Célia, dada a sua postura sempre gentil e educada com ela. Portanto, nunca pensei que ele fosse um cara fácil de seduzir, além do mais, nunca me senti atraída por homens negros. Quanto a isso, é um contraste bem interessante ele e a Célia, pois ela é de origem alemã e tem a pele muito branca. Deve ser bonito vê-los transarem.

De outra maneira, eu também não esperava aprontar para a Célia, pois nós somos amigas desde o colégio, foi ela inclusive que me apresentou ao Zeca. Mas as coisas às vezes ocorrem de forma inesperada. Eu tinha ido para essa reunião de família sabendo que não rolaria nada de sexo. Mas mesmo assim me vesti de forma sensual. Coloquei um vestidinho branco curto e justíssimo, apesar da contrariedade do Zeca, que alegou que toda a família estaria lá, e não seria legal eu me vestir de forma mais ousada. Mandei-o se calar, pois “o que é bonito é para ser mostrado” – aleguei. Calcei um sapato de salto alto, o que valorizou ainda mais as minhas pernas. Para não marcar o vestido, coloquei uma tanguinha bem pequenininha. Logo que chegamos, notei os olhares se voltarem para o meu corpo, a maioria masculina. Adorei ser o alvo das atenções naquele momento. Um dos poucos que não estavam olhando era exatamente o Paulinho.

Os preparativos para a ceia transcorreram normalmente, com os empregados servindo os drinks, enquanto os homens conversavam na área externa da casa principal do sítio, e as mulheres dentro da casa, na sala de estar. Mais tarde, saí para observar a paisagem, que por sinal tem uma vista fantástica. Meu marido e o Paulinho vieram me fazer companhia. Caminhamos e conversamos sobre banalidades, sobre o clima e o sobre o ar do interior. Quando chegamos a uma parte mais afastada da casa, meu marido se prontificou para voltar e buscar uma bebida. Aceitamos. Para minha surpresa, o Paulinho perguntou se eu estava querendo alguma coisa a mais vestida daquela forma. Não titubeei e respondi de pronto:

– Estou com tesão, querido. Está a fim?

Num gesto rápido, ele me puxou de encontro a si e me beijou na boca. Sua enorme mão sacana percorreu a extensão da minha coxa, levantou o meu vestido e expos a minha bunda, que ele a apertou com força e desejo. Sua língua quente e úmida se enrolava na minha me tirando o fôlego. Tentei me afastar daquele assédio repentino:

– Paulinho, o que é isso. A Célia ou Zeca poderão aparecer a qualquer momento.

– Safadinha, sabe que eu venho te observando há muito tempo e percebo os teus olhares para o negão aqui – falou ainda me segurando contra si.

– Convencido! – retruquei sem muita convicção.

Ele estava vestindo uma cálça cáqui, sandálias e camisa azul celeste de mangas longas, dobradas nos punhos e com as primeiras casas desabotoadas, deixando seu peito à mostra. O perfume que exalava daquele corpo negro era enebriante e excitante, minha buceta começou a latejar de tesão. Ainda sob o seu controle, fui obrigada a me virar de costas para ele, que aproveitou para me encoxar, enquanto suas mãos fortes buscaram os meus seios, tirando-os para fora do vestido. Senti o seu pau endurecendo em face do contato com o meu corpo. Beijou o meu pescoço e, ao sentir o cheiro da minha pele, mordiscou a minha orelha de leve, me deixando completamente arrepiada. Ficamos num arreto gostoso até que percebemos o Zeca voltando. Recompus-me rapidamente e ficamos conversando como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde, a refeição transcorreu sem incidentes, e então todos se retiraram para a sala de estar para esperar a hora dos brindes. Colocou-se um pouco de música, e alguns casais começaram a dançar. Convidei o Zeca, mas ele rejeitou o convite alegando mau jeito para a dança. Então a Célia, pediu para o Paulinho fazer par comigo, pois ela também não gostava muito de dançar. Uma vez que a música ficou mais lenta, o Paulinho fez questão de puxar o meu corpo contra o seu. Procurei ter cuidado para não haver muito contato entre os nossos corpos, pois estávamos na frente de todos. Fiquei mais desconcentrada ainda quando a Célia passou por mim e deu um tapinha na minha bunda e disse para eu não passar dos limites, pois ela estaria de olho. Sem demostrar surpresa alguma, o Paulinho não vacilou, mesmo quando comecei a me afastar para encerrarmos a dança, em vez disso, ele deixou cair uma mão da minha cintura para a minha bunda. Para evitar maiores problemas, desisti da dança, mas sussurrei para ele que mais tarde a gente poderia se encontrar novamente.

Fui procurar a Célia para tirar uma onda com a cara dela e, quando eu a encontrei, falei em tom de brincadeira:

– Na próxima, posso beijar a boca do seu marido, querida?

Ela sorriu despreocupadamente e disse:

– Claro, desde que se eu possa beijar a sua agora.

Por essa eu não esperava. Eu nunca beijara uma mulher na boca antes e nunca beijaria, ainda mais sendo a minha cunhada.

– O que é isso, Célia, não está falando sério? – perguntei assustada.

– Claro que estou. Eu sempre tive vontade de provar um beijo seu. Na escola eu tinha um amor platônico por ti. Tentei demonstrar algumas vezes, mas tu nunca percebeste. E agora não estamos mais com idade de ficarmos com medinhos bobos. E afinal, não estou pedindo para transar comigo, mas apenas um beijo.

– Nunca tinha percebido que tu fosses lésbica.

– Não sou. Apenas tenho tesão por ti, apenas isso. Se não for contigo, não será com nenhuma outra.

Aproveitando meu momento de hesitação, ela me pegou pela mão e me conduziu até um dos quartos e fechou a porta.

– Relaxa, querida. Depois pode fazer o que quiser com o Paulinho, sei o quanto ele está a fim de ti, e não o culpo. O que não entendo é o Zeca, como pode desperdiçar um material tão lindo desse? – disse admirando o meu corpo.

Nisso ela me deu um celinho de leve, em seguida foi beijando o meu pescoço e foi descendo até os meus seios, que foram ficando com os biquinhos durinhos, não sei se por causa da bebida ou pela própria situação em si, mas isso levou a Célia mordiscá-los ainda mais por cima do tecido do vestido. Tirei-o e fiquei apenas com a tanguinha e me deitei na cama.

– Célia, vem, sou toda tua.

Ela se jogou por cima de mim e me beijou com sofreguidão como se fosse uma adolescente.

– Rê, como tu é gostosa. Te adoro.

Beijando os meus seios, ela enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a massagear o meu grelinho. Fiquei me contorcendo de prazer por um bom tempo.

Nós mudamos de posição, e eu ataquei a sua boca com a minha língua esfomeada. Não demorou nenhum instante, bateram na porta chamando-nos para o brinde. Arrumamos-nos rapidamente, ajeitamos o cabelo e saímos.

Após o brinde e as felicitações de ano novo, ficamos todos conversando na parte externa da casa. Em seguidas alguns começaram a se recolher para os seus quartos ou a voltarem para suas casas. Meu marido estava completamente bêbado, então eu sabia que dormiria como uma pedra o resto da noite. Então avisei o Paulinho, que estaria no quarto, caso ele quisesse me encontrar. Antes, porém, fui tomar um banho, vesti apenas uma calcinha e me deitei. Fiquei esperando. Os únicos barulhos que eu ouvia eram os ruídos do vídeo-game, que vinham da sala, pois alguns sobrinhos tinham combinado de virarem a noite jogando. O quarto estava apenas em penumbra com a luz do abajur, e já era perto de uma e meia da manhã, quando vi a porta se abrindo de leve. Era o Paulinho. Levantei-me rapidamente e falei:

– Porra, demorou! Achei que não vinha mais.

– Calma – disse ele – eu tive que aguardar um tempo, para não dar na vista. Eu tenho sonhado com isso há muito tempo e agora é uma realidade.

Enquanto sussurrava em meu ouvido, suas mãos apanharam a minha bunda, puxando contra ele. Também não perdi tempo e comecei a acariciar a frente de suas calças, que já estava saliente. Percebi que o material era maior do que eu imaginava. Era qualquer coisa! Percebi que a noite ficaria séria para o meu lado.

– E eu queria você, Paulinho – respondi, abrindo a braguilha e puxando o seu pênis. Era pelo menos o dobro do tamanho do pau do meu marido, mas não muito grosso. Senti-me privilegiada em tê-lo em minha mão, acariciando-o, sentindo sua ascensão e divertindo-me com a sua potência. Eu dei uma olhada para o meu marido. Ele apenas roncava. Poderíamos fazer o barulho que quiséssemos, que ele não acordaria.

Feliz que as coisas estavam indo muito bem até aquele momento, caí de joelhos e minha língua correu por toda a extensão do eixo de Paulinho. Ele soltou um gemido suave e colocou as mãos na minha cabeça para me incentivar.

– Você tem um cacete gostoso, Paulo – elogiei antes de enfiar a cabeça em minha boca molhada e quente. A sucção forte em sua glande fez com que agarrasse a minha cabeça com força e começasse a forçar o seu pênis para dentro e para fora da minha boca. Eu não estava acostumado a ter uma peça tão grande em minha boca, ou talvez ele estivesse apenas ávido de tesão, porém ele socou tão forte que atingiu a minha garganta, me sufocando. Ele imediatamente se desculpou e levantou-me de pé, inclinou o meu corpo para frente e passou a estimular meu cuzinho com a língua deliciosamente. Sorrindo para mim, ele lambia a minha vagina que estava bem aparadinha, com poucos pelinhos logo acima do grelinho. A variedade de movimento de sua língua em torno da minha buceta me deixou em êxtase.

Fui até uma poltrona, me inclinei com mãos apoiadas no encosto, empinei a bunda e chamei:

– Vem foder a tua cunhada putinha… vem negão gostoso!

A visão da minha bunda arrebitada teve o efeito que eu estava querendo. Ele veio, bateu no meu bumbum e colocou a ponta do seu pênis na entrada da minha buça. Sem mais delongas, ele me puxou pela cintura com força, fazendo-me gritar de dor assim que a rola entrou de uma vez só. Felizmente, eu estava bastante lubrificada, pois estava excitada desde o início da tarde, e dessa forma amenizou consideravelmente a dor. Paulinho, ainda agarrado em meus quadris, começou a me foder ritmicamente. Olhei mais uma vez para o meu marido, para ver se ele tinha ouvido alguma coisa, mas ele ainda continuava na mesma. Tentamos ficar o máximo em silêncio, eu apenas gemia e ele dava grunhidos em baixo tom. Os sons das bolas se chocando em meu traseiro eram os únicos sons audíveis naquele quarto, além do ressonar do meu marido. Para minha felicidade, o Paulinho era um belo espécime masculino, forte e de um vigor absoluto.

– Vou encher você de porra, Rejaninha!

– Vá em frente, seu safado – respondi. Porém, ele me virou e começou a me foder na posição “papai e mamãe”. Com a possibilidade e um outro homem ejacular dentro de mim, ainda mais na frente do meu marido, comecei a rebolar como uma vadia naquela tora negra e a soltar gritinhos de tesão.

– Minha nossa, Paulinho, soca gostoso!

Ele, por outro lado, atacou a minha pobre buceta como um maníaco, enquanto suas mãos apertavam os meus peitos com força. Olhei para aquele negro enorme e suado, dominando-me e bufando, e não pude deixar de ficar encantada com tanta virilidade e tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

– Me dá rola no cuzinho – encorajei – faça isso, mete esse pau enorme no meu buraquinho.

Ainda na mesma posição, ele levantou um pouco as minhas pernas, esfregou o pau na minha buceta para lubrificá-lo com os fluidos da minha vagina, esfregou os dedos no meu anelzinho e apontou aquela jeba em sua direção. Desta vez não teve jeito. Rugi de dor! Senti que perdia a respiração. Milagrosamente aguentei, pois ele não parou de me foder e continuou bombeando. Para minha recompensa comecei a sentir tesão novamente, enquanto ele trabalhava o meu cuzinho, eu tocava uma siririca maravilhosa e finalmente ouvi o seu rugido ao atingir o clímax.

– Posso gozar na sua boca? – ele perguntou, enquanto seu suor pingava em meu ventre.

– De jeito nenhum. Quero sentir sua porra no meu cuzinho.

Não teve tempo para mais nada, porque ele deu uma poderosa estocada até o fundo do meu reto e gozou fenomenalmente. Devem ter sido litros de esperma, pois escoou para fora do meu ânus, ao redor do seu pênis. Continuei na siririca até gozar novamente, agora com o pau cravado no meu rabinho.

Ficamos nessa posição, enquanto tentávamos recobrar as forças. Assim que ele tirou sua jeba já mole do meu ânus, sua porra escorreu incrivelmente, lambuzando toda a poltrona em que estávamos. Ele me ajudou a levantar, pois minhas pernas estavam tão moles, se eu tentasse ficar em pé sozinha, com certeza cairia no chão sem forças. Enquanto me segurava, ele me deu um delicioso beijo de boa noite e, em seguida, foi para o seu quarto. Limpei a poltrona com o vestido que estava próximo e fui me deitar exausta e aliviada.

Pela manhã, cada um de nós retornou para suas casas, eu com as lembranças de um final de ano feliz e cheio de sexo. A sorte que meu marido nem desconfiou. Por outro lado, ainda estou na dúvida se a Célia realmente concordou em ceder o seu marido para minhas aventuras amorosas ou estava agindo pelos efeitos do álcool. De qualquer forma, foi uma experiência incrível, com possíveis possibilidades de se repetir.

Espero que todos tenham gostado de mais esse relato, aguardo os contatos e os votos de vocês. Beijo a todos.

rejanesexy@live.com

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