Traindo o meu marido: meu primeiro ménage.


Olá pessoal, primeiramente quero agradecer a todos que leram meu último relato e pelos inúmeros elogios. Adorei muito a receptividade do pessoal e não esperava tanta aceitação por parte de vocês. Obrigada!

Agora eu volto com este relato de mais uma experiência vivida por mim, espero que gostem.

Depois do fato ocorrido no conto anterior, a paixão pelo meu marido reacendeu, mas durou algum tempo, depois voltou à mesma rotina. Ele raramente me toca e quando quer transar, normalmente já estamos deitados, ele me vira de costas, fode e goza logo em seguida, sem se preocupar com o meu prazer. Não curte muito preliminares e por fim eu acabo sempre querendo mais. Na verdade, já estamos casados há 17 anos. Casei com 24 anos e ele com 32. Tive o nosso filho com 22 anos e ele com 30. Mas fomos morar juntos somente depois casados, até então fiquei morando sozinha num apartamento que eu tinha naquela época. Por fim, apesar de ainda estar apaixonada pela meu marido, sinto que também estou perdendo um pouquinho o tesão por ele. E isso agravou ainda mais depois que eu transei com o Vagner, que ao contrário, é jovem e tem o que uma mulher na minha idade precisa: tesão e uma rola deliciosa pronta para satisfazê-la.

Quanto à aparência do meu marido, esta nunca fora problema para mim. Ele é alto, por volta 1,83m e pesa 102kg, ou seja, bem acima do peso de uma pessoa considerada esbelta. Bastante peludo e apresenta uma incipiente calvície. Não acho que ele seja lindo, mas sempre foi muito carinhoso comigo e sempre me tratou com muito respeito. Mas pra mim, além disso tudo, o importante é ser satisfeita na cama. Mas, de certa forma eu o compreendo, fica fora de casa por um bom tempo, e tenho certeza que ele se encontra com outras mulheres, e provavelmente também está perdendo o tesão por mim.

Assim sendo, precisei encontrar outras formas de me satisfazer. Desta vez, eu não estava tão grilada como na primeira vez que traí o Zeca, é assim que o chamo. Já que ele é representante comercial, nós recebemos com bastante frequência clientes e vendedores em casa. Muitas vezes eu fico com a responsabilidade de atendê-los sozinha, pois ele está fora viajando. E isso foi a oportunidade que precisava para encontrar alguém para uma transa. Foi numa destas visitas que conheci o César. Ele o meu marido ficaram sócios há pouco tempo, e apesar de ele ter vindo à nossa casa algumas vezes, eu ainda não o tinha conhecido pessoalmente. Por uns tempos, o Zeca ficou muito tempo fora, então precisei tratar dos negócios diretamente com o César mais de uma vez. Conforme íamos entrando em contato, começamos a conversar sobre outros assuntos, e assim fui percebendo que ele estava ficando interessado em mim. Descobri que é casado, tem 52 anos e é policial militar aposentado. Fisicamente ele é magro, cabelos grisalhos, mas tem uma aparência bem jovial e charmosa, que eu acho sexy. Como eu estava numa seca danada novamente, eu logo comecei a me insinuar para ele, que não demorou a perceber as minhas intenções. Começamos a nos encontrar com certa regularidade. As primeiras vezes foram em casa, depois já saíamos para jantar e terminávamos a noite em algum motel. Contudo, o sexo com o César, apesar de ser gostoso e excitante, não acrescenta muita coisa à minha vida. Aliás, às vezes eu o acho um pouco afoito, para um homem maduro isso é chato. Mas ainda assim, é mais dedicado que o meu marido, o que me deixava um pouco satisfeita.

E dessa forma tenho levado a minha sexual. Depois que o Vagner foi morar em outra cidade, eu não tivera mais contato com ele por um bom tempo. No entanto, numa tarde chuvosa, nos encontramos no MSN. Teclamos por um longo tempo. Contou-me que estava namorando e que estava adorando morar na outra cidade. Mas deixou bem claro que ainda pensava em mim e na transa que tivemos juntos. Disse-lhe que assim que ele quisesse, poderíamos “relembrar”. Então ele me confessou que estava planejando me fazer uma surpresa qualquer dia, mas que avisaria com antecedência para eu poder me planejar. Passei-lhe algumas datas que meu marido estaria fora, para ele também poder agendar o melhor dia para ele.

Passaram mais alguns dias, numa quarta-feira a tarde ele me liga e avisa que viria no domingo. A data coincidia exatamente com a saída do Zeca de casa naquele final de semana e com as obrigações do Vagner em Porto Alegre. Então acertamos que ele almoçaria comigo, inclusive ele se propôs a nos fazer um churrasco.

No domingo de manhã, acordei cedo, meu marido já tinha saído no sábado à noite e eu dormira sozinha, pois o César também tinha os compromissos familiares dele. Preparei algumas coisas antecipadamente para ter um tempo livre maior para o meu convidado. Logo em seguida fui tomar banho. Fiz uma depilação mais caprichada, deixei a dita bem aparadinha. Gosto do contraste dos pêlos negros com a pele branca. Terminado o banho, passei creme no corpo para ficar com a pele macia. Coloquei uma lingerie bem sexy, desta vez branca. A parte da frente era uma calcinha normal, mas atrás é bem ousada e fica bem “atoladinha”. Vesti um vestido floreado leve, de certa forma bem comportadinho, pois escondia meu busto, mas era curto o suficiente para valorizar as minhas pernas, e calcei uma sandalinha.

Fiquei aguardando, ouvindo música na sala. Fazia calor, então liguei o ar condicionado para não aparecer toda suada. Eram umas 11 horas, quando ouvi a campanhia tocando. Fui abrir o portão e notei que havia mais uma outra pessoa com o Vagner. Ele desceu do carro, me abraçou e me beijou no rosto. Então ele me disse qual era a surpresa que ele tinha para mim: o seu amigo. Quando ele desceu do carro, o Vagner nos apresentou.

– Prazer, eu sou a Rejane, mas pode me chamar de Rê. É assim que todos meus amigos me chamam – fui logo dizendo, enquanto o abraçava. Senti o cheiro do seu perfume, indiscutivelmente de grife. Era de uma fragrância floral amadeirada, que dava um toque de sensualidade extra àquele homem lindo e de bom gosto.

– O prazer é meu – respondeu-me com um abraço bem forte e com um beijo no rosto pode me chamar de Marcos, é assim que me chamam – concluiu brincando.

E assim já foi ficando um clima legal entre nós.

Gostei imediatamente dele, pois além de ser um homem bonito, bem despojado e espirituoso, ele se destacava em relação ao Vagner tanto pela beleza quanto pelo físico. Alto, por volta de 1,85m, cabelos castanhos escuros. Mãos grandes e fortes. Malhado, mas não chega a ser saradão, mas nenhuma barriga. Percebi que se tratava de um rapaz de bom gosto. Vestia uma bermuda e camiseta de grife. Cabelos bem penteados.

Convidei-os para entrar. Antes porém ajudei-lhes a descarregar as coisas. Colocaram a cerveja no freezer da área de lazer para mantê-las geladas, próximo a churrasqueira e o restante, na pia. Vagner perguntou se já queríamos abrir a cerveja, enquanto o Marcos começava os preparativos do churrasco. Sugeri-lhes que talvez fosse melhor tomarmos um drink antes. Concordaram então fui à cozinha preparar. Voltei logo em seguida e os encontrei conversando sobre a casa, principalmente sobre a piscina.

Bem, a nossa casa é relativamente grande. Possui 03 dormitórios, dos quais usamos apenas um. Um dos quartos é do nosso filho, que mora fora do País, e o ocupa somente quando ele vem passar alguns dias aqui em casa. O outro é de hóspedes. A cozinha é grande e confortável. Da cozinha temos acesso a uma área grande e coberta e climatizada, que também dá acesso à piscina, através de duas portas grandes e transparentes de vidro. Bem ao fundo do terreno, temos outra área, onde fica a churrasqueira e próximo a ela o balcão-pia com demais utensílios. Nesta parte temos um freezer grande para as bebidas. No centro fica uma mesa grande com 08 cadeiras. Algumas espreguiçadeiras ficam em volta da piscina e outras, na área coberta. Para uma festinha, é sensacional.

Voltamos para o local da nossa “festinha”. O Marcos foi terminar de preparar o almoço, enquanto eu e o Vagner ficamos caminhando em volta da piscina. Nesse momento estava soprando um vento agradável, o que dava um clima de prazer e tranquilidade. Então o Vagner começou a me falar da vontade de que ele tinha em me ver novamente de quanto estava com desejo. Peguei em sua mão e nos beijamos como apaixonados. Eu não estava nem um pouquinho ligando se algum vizinho dos prédios próximos pudesse notar alguma coisa. Ele aproximou o meu corpo contra o seu, apertando a minha bunda.

– Estava com saudade deste rabinho gostoso – disse-me pressionando ainda mais a minha bunda com força – vou te comer aqui mesmo.

– Não! – censurei – vamos voltar para debaixo da cobertura, pois aqui os vizinhos podem notar.

Enquanto voltávamos, notei que o Marcos estava nos observando.

– Vi vocês dois aprontando lá fora. E eu, como fico? Não vou ganhar nada? – perguntou.

– Tem que pedir ao Vagner, não pra mim. Isso aqui tudo é dele – respondi com safadeza.

– Não tenho ciúmes – declarou o Vagner me beijando novamente.

Enquanto esperava o almoço ficar pronto, o Marquinhos veio até onde estávamos, levantou o meu vestido e começou a passar a mão na minha bunda. O desejo de ser possuída e amada era latente. Eu beijava o Vagner com força e esfregava a minha bunda contra o corpo do Marquinhos. Afastei-me um pouco deles e, para facilitar a brincadeira, deixei cair o vestido e me sentei apenas vestindo a calcinha numa das espreguiçadeiras. Os dois vieram se sentar ao meu lado, o Vagner ficou à minha direita, enquanto que o Marquinhos, à esquerda.

– Eu não te falei que ela é muito gostosa? Confere aqui para você ver – disse o Vagner para o Marcos, alisando a minha xaninha por sobre a lingerie. Dei uma risadinha safada

– Parem, meninos, vocês estão muito assanhadinhos! Não acredito que vocês ficam comentando sobre as pessoas – fingi surpresa e espanto.

– Não comentamos sobre as pessoas, apenas sobre mulheres gostosas e elegantes.

Marcos, por cima da calcinha, com os dedos foi fazendo uma leve pressão no meu grelinho. No mesmo tempo, o Vagner ficou alisando os meus seios e beliscando de leve os biquinhos, que estavam durinhos de tesão, enquanto ficamos trocando beijos de língua. Ainda brincando com a minha xaninha, o Marcos começou a me beijar na altura do umbigo e foi descendo…

– A minha xoxota está toda molhadinha, esperando pela tua língua – provoquei-o.

Sem empecilhos, ele tira, quase arrancando, a minha calcinha, afasta as minhas pernas, e enfia a sua língua pela minha fenda úmida e quente. Dei um forte gemido quando a senti se contorcendo e adentrando a minha vagina. Foi uma sensação maravilhosa. Dois homens jovens e quentes me possuindo, era um misto de loucura e tesão inexplicável.

– Chupa os meus peitos, Vagner – implorei-lhe apertando a sua cabeça contra os mamilos enrijecidos de tesão.

– Vou te chupar todinha, minha puta.

– Chupa a tua putinha, safado!

A combinação do toque suave dos seus lábios nos meus peitos com a cunilíngua fez o meu corpo explodir em espasmos e atingir o clímax instantaneamente. Eu literalmente berrada de prazer.

– Chupem seus cornos… Que delícia!!

Paramos por um momento. Extenuada, fiquei deitada e ofegante por alguns instantes. O Marquinhos foi terminar e servir o almoço, enquanto o Vagner foi dar um mergulho na piscina. Levantei-me, fui ao banheiro fazer uma higiene rápida, vesti um roupão e voltei para terminar de ajudar o Marquinhos com o almoço. Servimos o almoço, o Vagner veio apenas de sunga almoçar.

Como fazia calor, mais bebemos do que comemos. Eu comi apenas uma salada e pouquíssima carne. Os meninos aproveitaram mais, mas mesmo assim preferiram beber mais a comer. Em dado momento estávamos bem “altos”, então lhes convidei para irmos para o quarto “descansar” um pouquinho.

Tirei o roupão e o Vagner tirou a sunga e ficamos pelados.

– Falta você, Marquinhos – falei enquanto lhe ajudava a tirar a camiseta.

Afrouxei a fivela do cinto e desabotoei a bermuda. Levei a mão por dentro da cueca e alisei o seu pau. Senti que não era pouca coisa. Eu nunca tinha visto um pau lindo assim, aliás, eu conhecia apenas três até aquele momento. Era perfeito, reto, grande e grosso, com uma cabeça perfeita e bem larga para pô-la todinha na boca e depois ir bem devagar até o fundo, bem gostoso.

– Marquinhos, você tem um pau maravilhoso! Acho que vou adorar sentir você dentro da minha buceta. Vem cá, gostoso – puxei-o pela mão e me ajoelhei para chupá-lo todinho.

Segurando pela base daquele enorme membro, comecei lambendo a cabeça e descendo até a base até deixá-lo todo babado. Enquanto eu pagava o boquete para o Marcos, o Vagner permaneceu deitado, batendo uma punhetinha. Degustei cada centímetro daquela rola maravilhosa. Suguei cada gotinha de esperma que começava a escorrer daquele mastro.

Como eu ainda não tinha tido a experiência de sentir uma pica de verdade no meu rabinho, apenas os dedos do Vagner no encontro anterior, eu ainda mantinha certa apreensão por esse momento. Porém, eu já estava psicologicamente preparada para o que viesse acontecer. Sem contar que eu já estava muito excitada.

– Vem cá, minha linda, agora vai ser a minha vez de comer a tua xaninha – falou o Vagner.

Subi em cima dele e encaixei a minha buceta no seu pau melado. Como ela estava toda molhadinha, nem percebi a entrada. Comecei cavalgando de leve, apenas sentindo a sensação.

– Come essa buceta, come gostoso! Deixa eu sentir toda essa piroca gostosa dentro de mim – implorei.

– Empina esse rabão pra mim – pediu-me o safado do Marquinhos.

Enquanto eu fazia um “upa-upa” gostoso no Vagner, tentei atender o Marquinhos empinando o máximo que podia a minha bunda. Ele aproveitou e começou a lamber o meu cuzinho até deixá-lo bem relaxadinho.

– Que pau gostoso! Fode assim, fode! – implorei gritanto.

Enquanto fodia a minha bucetinha, o Vagner ainda chupava e mordiscava os meus mamilos.

– Que delícia, morde o biquinho deles, seu cachorro!

– Que puta safada, vou gozar. Vou encher de leite esta buceta gostosa.

Rebolei freneticamente até que o Vagner não aguentou mais e estremeceu todo o corpo.

– Que buceta deliciosa, porra! Vou gozar, sua puta!

Todo suado e vermelho, ele gozou aos gemidos e eu pude sentir todo o seu prazer quente jorrando dentro de mim.

Ainda por cima do Vagner, tirei o seu pau da minha buceta, arrebitei a bunda e chamei o Marquinhos:

– Vem, gostoso, soca agora esse pau lindo no cu desta tua puta… Vai devagar que ainda está zerinho.

Ajudando o amigo, o Vagner abriu a minha bunda para que o Marcos pudesse “trabalhar” mais a vontade. Senti quando ele começou a massagear o meu anelzinho com o indicador, introduzindo levemente a ponta do dedo.

– Caralho, Marcos, viu só que cusão tem a Rejane.

– É lindo! Veja o contraste da cor da pele com a tonalidade rósea desse cuzinho. Não sei como tu ainda não comeu.

– Não comi, porque ainda era virgenzinho e ela não deixava – respondeu.

Eu procurava relaxar o anelzinho, para que eu não sentisse tanta dor. Sempre ouvi comentários de outras mulheres que para dar o rabinho elas têm que estar muito excitadas, apaixonadas, tem que ser com o cara certo senão dói muito. Confesso que é mais ou menos isso. Eu estava tão gamada no Marcos, que eu estava completamente inebriada. Ele é o tipo de homem que a maioria das mulheres fariam “tudo” por ele. E no meu caso, o pequeno sacrifício era liberar o meu preciosinho. E ele não estava nenhum pouquinho se fazendo de rogado, foi massageando até o meu ânus ficar flexível e, com as duas mãos grandes, ele segurou pelos meus quadris e posicionou a minha bunda na melhor posição para ele.

– Fica bem tranquila, Rê. – ele me confortou. – Não vai doer nada, pelo menos em mim.

– Safado! – pensei.

Com a habilidade, ele colocou a camisinha, deixou-a bem lubrificada, e encostou na minha entradinha. Quando tentou a primeira vez, a primeira reação que eu tive foi retrair o máximo que pude o ânus. Deu mais uma massageada, e tentou a segunda vez. Ajudada pelo Vagner que mantinha a minha bunda completamente exposta, resolvi ficar mais calma, relaxar e acreditar que era possível, lembrar ainda que eu não era a primeira e nem a última mulher a fazer aquilo. Senti que ele fazia uma leve pressão, mas não forçava a ponto de doer. Dei uma reboladinha para ver se facilitava. Ele sentiu que era o momento ideal e apenas com uma única e forte pressão seca, entrou. Senti uma dor lancinante. A minha primeira reação foi apertar o pau dentro e berrei. Quase rasguei o lençol com as minhas unhas.

– Calma, Rê – disse o Marcos, tentando me acalmar – aos poucos ele vai se acostumando.

– Só se for o seu cu que se acalma, seu puto!

– Deixou a tigresa furiosa – disse o Vagner rindo – cuidado que ela morde.

– Vou deixar essa tigresa mansinha como uma gatinha.

Ele continuou pressionando levemente. Enquanto meu ânus ia relaxando, eu ia sentindo o Marcos deslizando suavemente seu mastro para dentro do meu ânus, até sumir, até me deixar completamente introduzida, enrabada e confortável com aquele monstro antes tão ameaçador. Massageando o clitóris, comecei a rebolar bem lentamente e assim fui curtindo as primeiras sensações de prazer. Já acostumada, supliquei:

– Come meu cuzinho, come, safado.

– Ainda está doendo?

– Com certeza. – menti apenas por capricho, pois já não sentia mais a dor forte. Era apenas uma sensação de dormência misturada com tesão, provavelmente da minha buceta encharcada.

– Está gostando, Rê?

– Com certeza, amor. Fode mais. Bem gostoso, fode.

As estocadas começaram a ficar mais frequentes e mais fortes. O homem realmente sabia como fazer a coisa direito. Ele ia até o fundo, parava e pressionava o máximo que podia. Voltava para novamente repetir os movimentos. Não contei o tempo, mas presumo que fiquei uns vinte minutos sendo enrabada. Eu já tinha gozado umas três vezes, enquanto que o Marcos continuava incansável. Estava numa forma física invejável e de uma virilidade soberana.

– Por favor, gato, estou exausta – implorei.

– Agora está do jeitinho que eu gosto: calminha e dominada. Então, para terminar, vem chupar gostoso o meu pau, vem. Quero gozar na tua boca, sua putinha.

Ele tirou a camisinha e trouxe aquele pau todo “babado” para eu chupar. O que antigamente era estranho para mim, agora eu fazia com prazer.

– Que piroca gostosa! Está bom, assim? – perguntei-lhe, lambendo e chupando aquela rola enorme.

Não demorou nenhum instante e senti seu pau pulsar freneticamente. Segurando a minha cabeça, ele gozou um jorro quente e salgado na minha boca.

– Toma o leitinho, gata, toma! – determinou urrando de prazer.

– Olha como ficou a boquinha dela – disse ele para o Vagner ainda sacudindo aquela rola na minha boca – adorei a tua putinha, muito tesuda. E que cu apertadinho!

– Eu te disse, e tu ainda não queria vir comigo à Porto Alegre.

Terminada a cerimônia da minha iniciação anal, eu sentia meu cuzinho todo aberto. As duas pirocas estavam prostradas, se recuperando do trabalho exaustivo que tiveram, enquanto que os meus machos cochilaram, ainda suados e exaustos. Havia um forte cheiro de sexo no quarto. Confesso que transar com dois homens foi uma sensações incrível e maravilhosa.

Por volta das 4 horas da tarde, saímos do quarto e fomos dar um mergulho na piscina até escurecer. E assim, termina mais este relato, espero que tenham gostado e se quiserem entrar em contato comigo, o email é: rejanesexy@live.com. Beijos.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s