Ajudando um colega do trabalho


Queridos leitores e leitoras, vou relatar brevemente um fato ocorrido comigo há poucos dias.

No meu trabalho, tenho um colega, o Cláudio, que já tem seus cinquenta e poucos anos, é baixinho, meio calvo e é um legítimo banana, sem contar que eu o acho muito feio. Como eu sou muito carismática, ele me considera sua amiga e me conta algumas coisas íntimas, principalmente sobre o seu casamento. Numa dessas conversas, fiquei sabendo que sua mulher é extremamente autoritária e eles não transam faz mais de quatro anos. E, segundo ele, desde então ele não tem feito sexo. Resumindo, é um fraco. Apesar de não sentir nenhum pouquinho de tesão por ele, acabei ficando penalizada com a sua situação, pois ninguém merece ficar tanto tempo na seca.

Então, num desses dias de confidências, fazia um pouco de calor e eu estava com a periquita fervendo, pois meus “contatos” andavam ocupados nos seus afazeres. Então pensei “vou dar uma chance pra esse cara” e lancei a seguinte sugestão:

– Cláudio, hoje está fazendo calor e está bom pra um chopinho. O que você acha?

Como era de se esperar, ele nem desconfiou das minhas intenções e deu uma resposta evasiva. Não aceitei e me posicionei de pronto:

– Vamos fazer o seguinte. A gente sai umas duas horas antes do final do expediente, faremos o nosso happy hour, e ninguém se complica em casa.

Sem alternativa, pois sou a chefe dele também, ele acabou aceitando.

Na hora combinada, saímos. No estacionamento, concordamos de ir no meu carro, depois eu o traria de volta. Já no trânsito, falei:

– Cara, hoje tu vai ter a maior surpresa da tua vida.

– Como assim? – perguntou surpreso.

– Vou te levar às nuvens! Quero dar pra ti bem gostoso. Vou esfolar essa tua rola…

Fiquei analisando a reação dele. Começou a ficar nervoso e a suar. Fiz questão de acalmá-lo. Mesmo dirigindo, coloquei a mão sobre a sua coxa e fui subindo em direção à altura do seu pau.

– Calma, querido. Vai ser gostoso pra nós dois. Tira ele pra fora.

Ainda sem muita iniciativa, ele acabou abrindo a calça e colocou o pau pra fora.

– E se alguém nos parar? – argumentou.

– Relaxa!

Dirigindo devagar, fui punhetando o pau mole do Cláudio até o motel.

Já no quarto, ele ainda não sabia o que fazer. Procurei deixá-lo mais a vontade, afinal, éramos dois adultos e livres para fazermos o quiséssemos.

Liguei a hidro, tirei a roupa e convidei-o para relaxar na banheira, pois a água estava deliciosa. Ele também tirou a roupa, mas o otário entrou de cueca.

– E aí, Cláudio, que está achando do nosso happy hour? – falei com uma carinha de safada, enquanto eu esfregava o meu pé no seu pau, procurando deixá-lo em ponto de bala.

– Estou adorando – respondeu já mais a vontade.

Fiquei em pé, de costas para ele, comecei a rebolar a bunda na sua cara.

– Beija a minha bunda, safado! – ordenei.

Além de beijá-la, ele começou a dar tapas.

– Mais forte, seu puto! Se é pra bater, bate com força na tua putinha.

Saí da banheira e o puxei pela mão. Tirei sua cueca, e sua pica estava completamente dura. Não é muito grande, mas tem uma cabeça enorme, que naquele momento, estava completamente inchada e reluzente. Para abocanhá-la, sentei no chão, abri bem a boca e levemente dei a primeira sugada. Ele gemeu de tesão.

Chupei bem gostoso, como se estivesse chupando um sorvete, colocando o máximo a língua pra fora e lambendo toda a extensão do membro. Quando a coloquei todinha na boca e fui tirando devagar, o filho da puta não aguentou e gozou. Como fazia tempo desde sua última foda, ele estava com muita porra acumulada, que lambuzou a minha boca e escorreu pelo meu queixo, pescoço e por entre os meus seios.

– Não acredito que tu vai me deixar assim, seu corno! – fiquei furiosa – tu vai erguer esse negócio novamente, nem que eu tenha que enviar um vibrador nesse teu rabo.

Limpei-me na banheira e fui pra cama. O pau dele estava inerte e babado.

– Vem me chupar! – determinei, abrindo as pernas e expondo a minha buceta.

Para minha satisfação, o Cláudio gostava de sentir o gosto da couve.

Chupou a minha xaninha por um bom tempo, que gozei umas três vezes consecutivas. Não consegui falar nada nesse tempo, apenas gemia, urrava e tremia de tesão. Confesso que ninguém ainda havia me chupado daquela forma. Isso o filho da puta sabia fazer gostoso.

Voltei para a sua rola, e boqueteei novamente para endurecê-lo. Não demorou muito, levantei a ferramenta.

Ele deitou na cama, e sentei bem gostoso naquele cacete. Cavalguei feito uma cadela naquela pica, uma vez que eu estava numa tara violenta.

– Me fode, filho da puta. Fode gostoso! – comecei a gritar, apesar de que era eu mesma que estava liderando a transa.

O Cláudio apenas gemia e pedia:

– Continua, continua que está gostoso.

– Tua mulher não fode assim, fode? – provoquei.

– Não… não fode – balbuciou.

Como ele tinha me chupado, eu estava com a buceta encharcada de saliva e líquido dela própria, que aproveitei para lubrificar o meu cuzinho. Deixei o anelzinho no ponto, fiquei de quatro, com os peitos encostados na cama e deixei a bunda bem arrebitada.

– Mete no cu, puto! Mete!

Sem dó, nem piedade, ele afundou o caralho no meu rabo. Meteu como um adolescente virgem. Eu estava com muito tesão, não senti dor alguma, apenas a sensação do entra e sai frenético.

A cada estocada ele me puxava pela cintura e enterrava o cacete até o fundo, ficando apenas as bolas de fora.

– Que delícia de cuzinho. Que delícia, você! Está gostando? – o putinho queria papo aquela altura do campeonato.

– Cala a boca e soca, viado! Soca forte!

De olhos fechados, com o rosto no travesseiro, eu estava entregue:

– Aiiiii, mete, mete… Ahhhh, assim! Hummmmm – eu apenas arfava, sentindo aquele cabeça enorme indo e voltando no meu reto.

– Vou gozar!

– Arromba meu cuzinho e goza nele. Enche ele de porra, enche!

Nisso, as estocadas ficaram mais rápidas e violentas, e logo em seguida ele gozou.

– Toma, safada! Toma leitinho no cu, puta! cadela! – insultou-me, sentido-se o garanhão.

Depois do gozo, ele ainda permaneceu com o pau socado no meu rabinho até começar a amolecer.

Após um banho a dois, peguei uma bebida no frigobar, e brindamos a nossa foda. Ele quis me beijar, mas eu não estava mais me sentido a vontade com ele e não deixei.

Comecei a sentir um misto de culpa e nojo por ter transado com um cara nada a ver como o Cláudio, apesar de me sentir completamente realizada sexualmente. A culpa se dava mais por não saber como ele reagiria no trabalho, pois ele poderia espalhar pro pessoal que estávamos saindo ou coisa do tipo, mas até o momento, ele tem se comportado como um ótimo cavalheiro. Sinto que ele se sente extremamente grato pela minha atitude com ele. Menos mal!

Mais tarde, naquele dia, voltamos aonde ele deixara o seu carro e nos despedimos.

Gostaria de pedir a vocês, meus leitores, que deem a nota que acharem válida e, se possível, deixem algum recadinho nos comentários.

Beijo a todos,

Rê.

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