De casada Fiel à liberada ( 2ª traição )


No dia seguinte, que tive primeira 1ª relação sexual extra conjugal, eu estava me sentindo mal e minha cabeça estava a mil. Estava em dúvidas se parava por aí ou se aceitava novo encontro, já que seria o último dia que o Sergio ficaria próximo da minha cidade. Nesse dia também, meu marido voltaria de viagem.

Ainda pela manhã, o Sergio me ligou e conversamos por mais de meia hora. Ele dizia estar super feliz de tudo o que havia acontecido, que tinha adorado e se dizia apaixonado, apesar dele ser casado. Eu acreditava, porque dava de sentir sinceridade em suas palavras.

Mesmo com muito medo e insegura, aceitei me encontrar de novo nesse dia. Após deixar as filhas na escola, fui direto no mesmo estacionamento do dia anterior. O Sergio já estava me esperando. Mal entrei em seu carro, nos abraçamos e nos beijamos com muito tesão. Eu já o desejava muito e estava com muito tesão por ele.

Como eu estava de saia, no caminho pro motel, o Sergio ia passando sua mão pela minha perna, foi subindo minha saia até tocar na minha calcinha. Eu já entregue aos prazeres da carne, afastei minhas pernas para que sua mão pudesse separar minha calcinha e tocar minha vagina, que já estava ficando molhada.

Assim que entramos no motel, já dentro do apto, Nos abraçamos e nos beijamos muito. Lá dentro, perdi o medo das consequências e me entreguei de vez. O Sergio me virou de costa pra ele, ficando encostado na minha bunda. Aos poucos ele foi tirando minhas roupas, me deixando apenas de calcinha. Nesse dia, eu usava uma fio dental. O Sergio ficou doido quando viu minha bunda, com a calcinha entre as nádegas. Ele já estava de pau duro e roçava na minha bunda, enquanto apalpava meios seios e também descia a mão e tocava na minha bucetinha quase lisinha e já molhadinha de tesão. Ele mesmo tirou suas roupas e continuou atrás de mim, se esfregando na minha bunda. Como seu pau é comprido, ele colocava entre minha perna por tras e eu o pegava com uma mão na frente e o apertava.

Em seguida o Sergio me levou na beira da cama, me fazendo eu me apoiar nela, ficando em pé, mas com a bunda levantada. Ele se agachou atrás de mim e tirou minha calcinha, caindo de boca na minha bucetinha. Ele lambia e chupava tanto da buceta e no meu cuzinho. Eu que estava adorando tudo aquilo, comecei a gemer e rebolar minha bunda na cara do Sergio. As vezes ele enfiava seus dedos dentro da minha vagina.

Meu tesão estava tão grande, que fiz ele sentar na cama, me ajoelhei no chão fora da cama e cai de boca naquele pauzão cabeçudo e grosso. Eu já estava mais experiente em chupar seu pau grosso, tanto que colocava mais da metade na boca. O Sergio me chamava de gostosa, putinha, que minha boca era muito boa e que eu chupava super bem. Com tantos elogios, eu fazia ele gemer de prazer. Chupei tanto, que chegava escorrer minha saliva e baba pelo seu pau e até pingar no chão, de tanta que eu chupava seu pau.

O que eu estava querendo mesmo, era sentir pela segunda vez seu pauzão dentro de mim. Peguei a camisinha e sem muito jeito, fui colocando naquele pau gostoso. Ele continuou deitado do mesmo jeito. Eu fiquei de costa pra ele, ficando sobre seu pau, que em pouco tempo estava todo enterrado na minha bucetinha. Nessa vez, entrou mais fácil, que o dia anterior. Eu estava com tanto tesão e excitada, que gozei em menos de 3 minutos, sentada em seu pau. O Sergio me segurava mela cintura, apertava minhas nádegas, esfregava os dedos no meu cuzinho e me chamava de cachorra gostosa e putinha safada. Nessa mesma posição, gozei a segunda vez. Minhas pernas já estavam tremendo, ai acabamos mudando de posição. Fiquei deitada de barriga pra baixo, com as pernas fora da cama, assim minha bunda ficou virada pra cima. O Sergio de ajeitou atrás e meteu tudo seu pauzão numa estocada só na minha buceta, me fazendo gemer bastante e soltar uns gritinhos. Ele me judiava, metendo com força, me fazendo gemer muito. Devido minha posição, o Sergio cuspiu bem no meu cuzinho e começou a esfregar um dedo nele, até que começou a meter o dedo. Nossa….. que gostoso. O safado sabia fazer as coisas e ficava metendo o dedo, enquanto seu pau entrava e saia da minha buceta que estava super lubrificada. Por algumas vezes, ele tirou o pau pra fora e esfregava no meu ânus. Eu tinha certeza do que ele queria e estava disposta a liberar meu cuzinho, mesmo sabendo que iria doer. Eu adoro fazer sexo anal com meu marido, mas como o pau do Sergio é maior e mais grosso, seria diferente. Eu não falava nada, apenas demonstrava todo o meu prazer que estava sentindo, tanto que o safado me fez gozar pela 3ª vez. Minha buceta estava tão molhada, que chagava a fazer barulho. De repente o Sergio tirou pra fora e começou a brincar no meu cuzinho. Pensei comigo: É AGORA….. Ele chegou no meu ouvido e pediu se podia por no meu cuzinho. Não falei, apenas balancei a cabeça afirmando.

Coloquei minha mão por baixo e comecei a tocar minha buceta eu mesma, me masturbando. Adoro fazer isso quando faço anal.

O Sergio encostou seu pau bem na entradinha e começou a forçar. Como eu estava bem exposta, logo entrou um pouco daquela tora no meu pobre cuzinho. Não consegui segurar uns gritinhos e muitas gemidas, pois meu cuzinho não estava acostumado com um pau grosso assim e comprido. Só o meu marido mete com frequência.

Foram alguns segundos e minutos de desconforto e um pouco de dor, mas meu tesão era tanto, que nem me importei e comecei a rebolar, para que aquele pauzão entrasse tudo de uma vez. Foi o que aconteceu. Eu estava com um pauzaõ grande e grosso todo enterrado no meu ânus, que até então era normal e apertado.

O Sergio era só elogios ao meu rabinho, falava um monte de besteiras e me chamava de cachorra, putinha safada, gostosa e mais. Eu pedia para ele me arrombar de vez e me comer forte e rápido, para ele não demorar muito pra gozar, porque eu não riria aguentar muito fazendo anal.

O safado não perdia tempo em meter no meu cuzinho. Fazia com estocadas fortes e profundas, me fazendo gemer muito. Ainda bem que em pouco tempo eu já estava adorando ter aquele pauzão no meu rabo e sentia que poderia gozar. O Sergio metia, gemia e falava besteiras. Em troca eu falava também, chamando ele de cachorro, fdp, safado, pauzudo, assim ele acabou acelerando suas metidas. Eu gozei pela duas vezes fazendo anal, até que o Sergio também gozou.

Que alívio, quando eu senti seu pau esguichando dentro de mim, pois sabia que logo meu cuzinho, agora arrombado, ficaria livre. Quando o pau escapou, fez até barulho.

Eu estava literalmente acabada. Pudera… gozar 4 vezes e levar na bunda o pauzão, não é para qualquer mulher. Minha sorte que adoro isso e gozo fácil.

Tomamos um bom banho e ficamos abraçadinhos conversando e nos beijando. Eu nem pensava no meu marido, apenas queria curtir o momento.

Por sorte, meu marido chegou em casa tarde e cansado , nem me procurando pra nada.

No dia seguinte, o Sergio voltou para sua cidade. Sempre conversávamos por telefone e trocávamos e-mail. até fotos trocamos.

Todos os meses, o Sergio retornava até a cidade próxima da minha e dávamos um jeito de nos encontrarmos. Várias vezes ele trazia a família e esposa, mas dava um jeito de escapar para se encontrar comigo.

Estávamos apaixonados e ficamos nos encontrando por sete meses, quando meu marido descobriu tudo.

Foi meio complicado no inicio, mas foi depois da descoberta que começamos a sair a três e fazermos ménage, mas sempre com o Sergio, eu e meu marido.

Vou contar, a primeira vez que saímos á três e como foi minha primeira dupla penetração. Foram várias e com a liberação do meu marido, saí e saio sozinha com o Sergio. Estamos até hoje tendo nossos encontros quando possíveis, já que ele é casado.

Beijos

mercosuljlle@hotmail.com

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