Happy Hour com a cliente


Olá caros leitores,
Segue mais uma aventura vivida por mim, num passado não muito distante.
Sempre em meu ambiente de trabalho procurei agir de forma respeitosa e séria com todas as pessoas, mesmo as vezes percebendo insinuações ou oportunidades de relacionamentos ou aventuras.
Em um dos meus clientes, notei que a gerente comercial aproveitava toda oportunidade para dar indiretas e jogar um certo charme, mas evitava qualquer aproximação.
Seu nome era Isabel, uma baixinha gostosa, aproximadamente 1,60m, seios pequenos e uma bundinha empinadinha que era uma delícia. Seu sorriso também era encantador e ela não perdia a oportunidade de exibi-lo para mim.
Por problemas jurídicos da empresa, precisei fazer uma auditoria interna na sede deste cliente, visando recolher alguns documentos e realizar reuniões que se estenderam além do horário comercial.
Ao sair da empresa, encontrei Isabel se dirigindo à saída e nos despedimos. Confesso que nesse dia não resisti aos seus encantos e ofereci uma carona, porém o convite a deixou desconcertada e ela recusou, dizendo que estava com seu carro no estacionamento.
Aceitei a recusa sem insistir e tomei o rumo da minha casa, já me arrependendo do convite impulsivo. Porém, em menos de 5 minutos, meu telefone toca de um número restrito.
Atendo a ligação e ouço a voz de Isabel, pedindo desculpas por ter ligado e me dizendo que gostaria de me fazer uma pergunta.
Temendo ser alguma repreensão sobre o ocorrido, disse para que ficasse a vontade e perguntasse o que quisesse, quando ouço ela dizer:
“Aquela carona que me ofereceu era pra casa ou pretendia me levar a outro lugar?”
Disse para ela que em razão do horário, pensei que poderia estar sem carro e pretendia levá-la para casa, mas nada impedia de fazer um convite para um happy hour ou algum outro programa.
Ela, ao ouvir o que eu disse, falou:
“Já estou arrependida de não ter aceitado!”
Disse que ainda não era tarde para arrependimentos e poderíamos nos encontrar naquele instante. Marcamos num bar próximo a região que estávamos e nos encontramos em 30 minutos.
Cheguei ao bar e Isabel estava sentada numa mesa super discreta, num canto pouco iluminado do ambiente, já demonstrando suas segundas intenções.
Sentei na mesa a cumprimentei, dizendo que estava contente em encontrá-la. Pedimos alguns chopps e uma caipirosca para dividirmos, enquanto tínhamos uma conversa agradável.
Tivemos um final de noite muito agradável, porém evitei tomar qualquer atitude naquele local.
Ao pagarmos a conta e sairmos de lá, fui buscar o meu carro e questionei onde o dela estava estacionado, contudo ela me informou que por morar próximo, deixou o carro em sua residência para não ter motivos de recusar minha carona.
Disse tudo isso com aquele encantador sorriso nos lábios, sinalizando que a nossa noite não terminaria daquela forma.
Abri a porta para ela entrar e logo estávamos conversando no carro. Recebi as orientações do caminho até sua residência e, ao estacionar, trocamos o nosso primeiro beijo. Logo de início o beijou denunciou todo o fogo que aquela mulher possuía. Sua língua invadia minha boca, suas mãos me puxavam pra perto do seu corpo.
Isabel era uma mulher de atitude, me beijava e sussurrava que há tempos desejava isto, que não sabia como se aproximar de mim.
Sorri para ela e disse que agora devíamos aproveitar o momento, liguei o carro e me dirigi a um motel na marginal, próxima a região onde estávamos.
Em poucos minutos estávamos atracados em nossa suíte. A saia e a camisa que ela vestia já estavam jogadas no chão e ela vestindo somente um conjunto de lingerie preto e muito sensual, além de um sapato de salto também preto, revelando um corpo muito atraente.
Ela se deitou na cama, enquanto eu retirava a roupa que vestia, me dirigindo a cama somente de cuecas, subindo pelo seu corpo e beijando cada parte dele.
Não demorou para eu me livrar do conjunto de lingerie que ela vestia e comecei a chupá-la deliciosamente.
Ouvia seus gemidos e sussurros, enquanto ela dizia: “Não para Dr., me chupa gostoso!”
Confesso que essa formalidade me incomoda um pouco e, sempre que posso dispenso esse título no âmbito profissional, porém ao ouvir ela dizendo dessa forma fiquei tomado por um tesão incrível.
Chupava aquela bucetinha completamente molhada, sugava toda lubrificação que vertia de dentro e percebia que ela estava ficando enlouquecida com tamanho prazer.
Quando penetrei meu segundo dedo, sentindo ela rebolando e acomodando todo bem gostoso, ouvi ela dizendo que queria me sentir dentro dela.
Me posicionei sobre o seu corpo, penetrando vagarosamente, a fazendo sentir meu pau completamente duro, todo dentro dela.
Seus gemidos se transformaram em gritos quase histéricos de prazer. A cada momento ela se revelava uma mulher mais quente e safada.
Dizia palavrões baixíssimos, pedia para eu penetrá-la cada vez com mais força e eu seguia estas incríveis orientações.
Socava forte e sentia todo o prazer que ela sentia, ela me mordendo, me arranhando, completamente descontrolada e entregue a mim.
Pedi para que ela ficasse de 4 e a penetrei rapidamente, fazendo ela gritar mais ainda, rebolando e empinando aquela bundinha gostosa que ela possuía.
Enquanto fodia aquela delícia nesta posição, fui acariciando seu cuzinho e percebendo a aceitação dela às minhas carícias.
Em segundos estava com meu dedo enterrado naquele rabo gostoso e ela gemendo e rebolando deliciosamente, acomodando muito bem meu dedo e mostrando que gostava daquilo.
Nem precisei pedir, ouvindo de sua boca enquanto socava firmemente meu pau em sua bucetinha:
“Vem Dr., enfia no meu cuzinho agora…”
Era tudo que eu precisava ouvir. No mesmo instante estava abrindo espaço com a cabeça do meu pau, que latejava de tesão ao sentir uma leve resistência, enquanto aquele cuzinho piscava pra mim.
Não tive muitas dificuldades para penetrar completamente e conquistar aquele rabinho gostoso. Isabel gemia e rebolava no meu pau, dando sinais de que eu poderia começar a foder de verdade seu cu.
Segurava seus cabelos e acelerava o ritmo das estocadas, arrancando aqueles gritos e gemidos que só me estimulavam a seguir em frente.
Puxava seus cabelos e ela gemendo e dizendo: “Isso Dr., fode gostoso, fode. O cuzinho da sua putinha é todo seu!”
Que tesão, a forma vulgar que ela agia só me deixava mais louco, me fazendo acelerar o ritmo cada vez mais e caprichar enquanto fodia aquela putinha.
Notei que Isabel estava com as mãos em sua buceta, acariciando seu clitóris e procurando chegar ao orgasmo enquanto eu a penetrava por trás.
Seus gemidos ficaram mais intensos e percebi que não demoraria para ela gozar. Intensifiquei o ritmo, procurando chegar ao clímax junto dela.
Não demorou muito e logo eu estava gozando com meu pau todo enterrado em seu cuzinho, sentindo Isabel rebolando gostoso e seu orgasmo se aproximando.
Isabel se afastou de mim, desencaixando meu pau de sua bundinha e terminou deitada e se masturbando rapidamente, gozando de forma deliciosa, me proporcionando uma visão incrível.
Ela gozou de olhos fechados, mordendo os lábios e chamando o meu nome. Como que imaginando e revivendo o que tínhamos acabado de fazer.
Foi uma cena deliciosa de assistir, ficamos deitados por um instante conversando e trocando elogios.
Vimos que a hora se adiantava e fui tomar uma ducha rápida para voltarmos para nossas casas, porém Isabel logo entrou no Box, me beijando e procurando me excitar rapidamente.
Ao notar que já estava ereto, ela me olhou com uma cara de safada e disse: “Não vou deixar o Dr. Ir embora sem sentir o gostinho do seu pau!”
Que delícia!
Ela se abaixou na minha frente e começou a me chupar, engolindo todo o meu pau e mostrando que adorava fazer aquilo.
Chupava, sugava e pedia para eu foder a sua boquinha. Socava meu pau até sua garganta e fazê-la engasgar. Ela adorava aquilo e cada vez pedia mais.
Não consegui resistir por muito tempo e disse que iria gozar em pouco tempo. Isabel me olhou nos olhos e disse:
“Vem Dr., enche a minha boca de porra.”
Foi o que fiz imediatamente, gozei gostoso em sua boca, fazendo-a engolir cada gota do meu sêmen.
Que mulher incrível!
Terminamos nosso banho e fomos nos vestir.
Após nos arrumarmos, a deixei em sua casa e dormi lembrando a noite deliciosa que acabara de ter.

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