FESTEJANDO NA PRAIA


Poucos dias depois da primeira experiência da minha esposa em um ménage, depois de uma massagem, foi o aniversário dela e eu resolvi comemorá-lo em uma praia maravilhosa, Trindade, bem próximo à Paraty, no Rio de Janeiro. É um local paradisíaco, ainda bem rústico, e com lindas praias, para todos os gostos e em sua maioria, bem desertas.
Nem precisei reservar pousada, pois como era um mês de agosto, o local estava mais deserto ainda, o que nos proporcionou momentos inesquecíveis. Chegamos numa sexta feira no horário do almoço, e depois de deixarmos nossas tralhas na pousada, fomos direto para a Praia do Meio, onde tem várias barracas que servem frutos do mar, e tivemos a sorte de pararmos em uma muito especial, onde o casal proprietário nos recebeu muito bem preparando um peixe delicioso e outras iguarias, que acabamos passando o resto da tarde na praia em frente aonde a todo o momento vinham nos servir na areia! E o melhor, ainda estava por vir, pois fomos convidados para um lual ali mesmo à noite.
No fim da tarde, voltamos à pousada para um banho a dois, que acabou na cama, numa foda memorável. A Mag ainda lembrou que, se o nosso amigo tivesse junto, poderia até dormir em uma cama que havia a mais no quarto e animaria mais a sacanagem! Acabamos cochilando, e só acordamos por volta das 21 horas, e fomos nos preparar pata a festa na areia da praia. A noite estava morna, e de sacanagem, sugeri que ela vestisse apenas uma canga e voltamos para a praia.
Ao chegarmos, já haviam umas cinco pessoas, inclusive um bom violonista e começamos a cantoria, regada a cervejinha gelada e peixe feito na brasa. Aos poucos chegaram mais umas poucas pessoas, mas ninguém que agradasse ao ponto de levarmos para\ cama, muito embora que a certa altura dos acontecimentos, um casal começou a dançar e um rapaz simples, de uns trinta anos, bem queimado de sol perguntou se a Mag aceitaria dançar com ele. Ela ainda ficou na dúvida, ainda mais que ele estava vestindo uma bermuda destas de surfista e sem camisa, mas como eu a animei, acabou por aceitar. Ao abraçá-la ele percebeu rápido que por baixo daquela canga ela estava nua, estreitou-a mais junto dele. Por sua vez, ao ter o contato com aquele peito nu, minha esposa estremeceu de prazer, e quando colou seu corpo sentiu o volume descomunal a roçar na sua boceta, uma vez que o rapaz também não vestia mais nada sob a bermuda! Depois de muito dançarem, agradecendo, ela aproximou-se do meu ouvido e disse que estava encharcada. Eu a acalmei, deixando-a despreocupada, pois naquela escuridão iluminada só pela fogueira e poucas velas ninguém notaria nada! Mais tarde, eles ainda voltaram a dançar, e como já havia alguma liberdade, notei que ao se afastarem um pouco mais da fogueira, ele já passava a mão pela bunda enquanto ela mordiscava o peito dele.
Nisto ficamos até umas duas ou três horas da madrugada, quando fomos nos despedindo, e com auxilio de uma lanterna feita com uma vela colocada numa garrafa pet, regressamos à pousada. O rapaz ainda se ofereceu para nos guiar na escuridão, mas a Mag descartou a ajuda, evidentemente não querendo prosseguir com a brincadeira, pois o achou muito rude. Ao nos afastarmos bastante, abrindo a canga ela mostrou-me como estava encharcada, louca para tomar um banho!
No dia seguinte, acordamos por volta das 10 horas, e depois de um bom café da manhã, juntamos um lanche reforçado, e partimos para outra praia, chamada de Caixa d’Aço, muito bonita e deserta. A ida até esta praia já estava nos meus planos! Eu queria fazer fotos da Mag peladinha, e ao mostrar-lhe que não havia nem pegadas na areia, ali era o local apropriado. Desta maneira, já ao chegarmos, ela já foi tirando o biquíni e comecei a fotografá-la. Depois, de muitas fotos, paramos para descansar, tomar um cervejinha super gelada, e ela acabou deitando de bruços e cochilado. Foi quando eu notei que vinham três pessoas caminhando, mas fiquei quieto. Ao se aproximarem, um casal argentino e um rapaz, minha esposa acordou, mas eu disse-lhe para permanecer como estava. Eles perguntaram como alcançariam uma outra trilha que segue até uma piscina natural. Eu os informei o mais rápido possível, mas eles estavam tão encantados admirando a bunda da Mag, que custaram a prosseguir na caminhada! Depois que sumiram de vista, é que ela sentou-se querendo colocar o biquíni, mas consegui convencê-la do contrário, tirando a minha sunga e chamando-a para tomarmos um banho de mar! Aí sim, aproveitamos bastante trepando dentro d’ água, depois fizemos um 69 na areia, e foi uma diversão para ninguém botar defeito, que rolou até o meio da tarde, quando regressamos à pousada, fazendo ainda uma escala na Praia do Meio para nos deliciarmos com uma peixada!
Nesta noite, nos recolhemos mais cedo, pois no dia seguinte já regressamos para nossa casa, mais felizes ainda! E o melhor é que até hoje, a Mag diz que este foi o melhor aniversário da vida dela!

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