A Depilação


Eu e minha esposa já havíamos nos encontrado algumas outras vezes com o Valter, o rapaz que foi o primeiro relacionamento dela depois de casada, quando em um sábado à noite ele ligou para nos convidar para comermos uma pizza e conversarmos, o que aceitamos de imediato, pois não tínhamos nada para fazer naquela noite. Como não havíamos programado mais nada especial, apenas nos vestimos informalmente e partimos para o encontro, sem outras intenções.
Já no restaurante, conversa vai, conversa vem, nosso amigo sugeriu que fôssemos encerrar a noite em um motel, e por mais estranho que pareça, minha esposa recusou e explicou que, como era tarde quando foi convidada, não havia se preparado como sempre faz, e inclusive não havia nem se depilado como ela gosta para estas ocasiões. Foi quando o Valter se ofereceu para depilá-la, ele mesmo, o que faria com todo prazer! Com um convite inesperado como este, a animação foi total! Ela ia adorar sentir as mãos dele tocando-a, e eu também sentiria o maior prazer em assistir a este espetáculo inédito para mim! Quanto ao Valter, nem se fala, era só empolgação! Tudo de acordo, fiz questão de pagar a conta, e partimos rumo a um motel, com uma escala na farmácia para compra dos insumos, gel para depilação e aparelho com três lâminas, além de um bom creme hidratante.
Ao entrarmos na suíte, deixei-os a vontade, e a Mag já foi pedindo licença para ir ao banheiro, pois queria jogar uma água no corpo “para ajudar a amaciar os pelos”, e que não queria ajuda! Enquanto isso, pedi uma cerveja e comecei a beber com o Valter que já foi tirando a camisa, e num papo bem descontraído! Quando ela já saiu do banheiro, já veio pelada, e foi se atirando na cama! O nosso amigo aproveitou e já foi tirando a calça também, permanecendo de sunga, e lançou mãos às obras, dizendo que não tinha tanta coisa assim para depilar, e começou espalhando o gel com os dedos em toda área em torno da buceta da Mag, abrindo as pernas dela com a outra mão, aproveitando para acariciar as suas coxas. Minha mulher, adorando aquele contato das mãos dele, mordia os lábios, com as mãos atrás da cabeça, acompanhando os movimentos pelo espelho do teto. Como não sou de ferro, fiquei pelado também, esperando por uma oportunidade de sentar próximo dela, que agarrou meu pau, punhetando-o devagarinho. Eu só estava lamentando não estar com a minha câmara para registrar com fotos mais aqueles momentos de prazer.
Depois de massagear bem o gel, nosso amigo começou passando o aparelho, com o devido cuidado de esticar a pele, o que entreabria a xoxota, revelando o grelinho já bem ouriçado, que ele acabou abaixando a cabeça para dar uma linguada, ao que ela não resistiu a dar um gemido de prazer. Seguindo, ele pediu para que abrisse bem as pernas para raspar as virilhas junto às coxas, o que permitia a ele, uma maravilhosa visão da grutinha da Mag, realmente muito delicada. A depilação se estendeu até próximo do cuzinho, onde ela tem muito poucos pelos, e para complementar, depois de limpar tudo com um lenço umedecido, espalhou com os dedos um creme hidratante, operação onde a demora foi maior, evidentemente por proporcionar um maior prazer a ambos, e por que não dizer, que a mim também ao assistir este espetáculo que agradaria a qualquer um!
Aí, como era de se esperar, já que estava em uma posição privilegiada, o Valter acabou caindo de boca na xoxota, e como aconteceu na primeira vez que tiveram contato, minha esposa se levantou, arrancou a sunga do amigo, engolindo a pica dele, num frenético sessenta e nove, e logo a seguir, jogou-se sobre ele, passando a cavalgá-lo até gozarem espalhafatosamente!
Eu continuava sentado numa poltrona quando se levantaram e foram tomar um banho, e como já conheço bem a ambos, seria algo demorado, pois teria que haver aquele ritual que ela não dispensa, de pedir para ser toda ensaboada, e depois abraçar o amigo para deixar seus corpos deslizarem, um em contato com outro. O jeito foi solicitar mais uma cerveja!
Ao retornarem ao quarto, Eu pedi para verificar se o serviço de depilação estava bem feito, mas na verdade, eu queria também dar uma metida, com ela também me cavalgando, deixando o Valter também admirá-la em ação. Foi aí que veio a idéia de convidá-lo para uma dupla penetração na Mag, para aproveitar o creme hidratante, e partimos para a ação. Depois de muito movimento, acabamos gozando juntos, e como as brincadeiras já estavam avançando pela madrugada, resolvemos dormir um pouco, evidentemente com os três pelados na cama, com a Mag me abraçando e o Valter alisando a bunda dela.
Quando começou a amanhecer, acordei já com os dois trepando outra vez ali do meu lado! Pela aparência, deu para ver que estavam esgotados, mas não queriam perder a oportunidade de mais uma foda bem dada. Eu fui tomar um banho, deixando-os na cama, e ao voltar, foram eles, pois sei que a minha mulher não iria perder a oportunidade de mais um esfrega antes de sair, além de limpar bem a boceta cheia de porra com a ajuda do amigo.
Eram umas oito horas de domingo quando pedi a conta do motel e fui levar o Valter até o local onde havia ficado o carro dele, um posto de gasolina, e voltamos para casa, felizes com a noitada e prontos para enfrentarmos mais uma semana de trabalho!

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