Assuntos de família


1- A jaula
“Ainda acho que deveríamos ficar num hotel, amor. Não é uma boa ideia incomodar o papai, doente como ele deve estar.” “Exatamente por estar doente, convém que você passe o fim-de-semana o mais perto dele possível, Luana. Além disso, lembra como ele ficou bravo na nossa última visita, quando você quis que ficássemos num hotel?”, disse o meu marido, ao volante. Olhei para as ruas vazias naquele entardecer de sexta-feira; eu nascera e crescera naquela cidade e, no entanto, não tinha nenhuma boa recordação dos meus quase vinte anos ali. “Ele já arrumou uma diarista? Não deve ser fácil, naquela idade, cuidar sozinho da casa.” “Pelo que o tio Henrique me falou ao telefone, ainda não. Papai não se dá bem com estranhos, você sabe.”, e acariciei a perna do Fabiano, que bocejou, sonolento devido às quase seis horas dirigindo.
Pouco depois, estacionávamos em frente à casa de papai. O jardim que a circundava estava tomado por trepadeiras e ervas-daninhas. “Piorou bastante desde a nossa última visita.”, disse o meu marido ao descer do carro e olhar entre as grades enferrujadas do portão. Esfreguei as mãos, aquecendo-as, e toquei a campainha. Sem resposta. “Talvez não esteja em casa. Ainda dá tempo de irmos pro hotel.” “A campainha deve estar estragada. Deixa eu tentar uma coisa…” O portão, que não estava trancado, abriu-se com um enervante barulho metálico quando Fabiano o empurrou. Atravessamos o jardim, pisando em cartas e jornais não-recolhidos. Se há poucos dias eu não tivesse conversado com papai ao telefone, avisando-o sobre a visita, eu duvidaria que alguém estivesse morando naquele lugar.
A noite chegava depressa, a temperatura caía; não chovia, mas tudo ao redor parecia úmido. Bati na porta. Enquanto ninguém nos recebia, olhei o exterior da casa: enorme, antiquada e com as paredes mofadas, ela emanava uma aura sinistra. “Será que está tudo bem na fazenda?”, perguntei. “A Sônia e o André poderiam ter vindo. Não entendi porque você quis deixá-los lá.” Através das janelas fechadas, Fabiano procurava por movimentos no interior da casa, mas pesadas cortinas bloqueavam a sua visão. Bati mais uma vez na porta e, segundos antes de eu sugerir novamente um hotel, ouvimos passos vagarosos e sons de fechadura, e fomos recebidos por um idoso de olhos cansados, usando um roupão encardido que não escondia a sua magreza.
Não era apenas a casa que havia “piorado bastante”, como disse o meu marido: papai sofria o mesmo processo, e o choque ao vê-lo assim me emudeceu por instantes. Papai também nos observou como se a estranheza fosse mútua, o que não entendi, já que sabia que viríamos. “Olá! Como… como o senhor está passando?”, disse o meu marido, estendendo a mão e sorrindo, porém arrependera-se da pergunta assim que a fizera, porque a sua saúde estava visivelmente comprometida. Papai me abraçou e deu uma palmadinha no ombro do Fabiano. “Estou bem. Entrem.”
2- Pais e filhos
Papai ficou na sala com o meu marido. O ambiente era amplo e algumas lâmpadas queimadas deixavam-no parcialmente escuro; o excesso de poeira no carpete e nos móveis incomodava. Da cozinha, onde eu procurava algo para comermos, ouvi o Fabiano explicar que eu ficaria na casa, mas ele, na manhã seguinte, iria para um sítio próximo fazer um curso de adubação foliar, retornando apenas no domingo à noite. “Ajeitei um quarto pra vocês e pros meus netos. O que houve com eles?” “Estão ótimos. A Soninha, em especial, queria muito vir, mas a Luana achou melhor ela e o André ficarem na fazenda, porque a viagem é cansativa e as estradas estão perigosas.” “São meus dois únicos netos e mal me lembro deles.”, papai retrucou. “Temos fotos no carro. Vou pegá-las pro senhor.” “Fotos?”, papai perguntou, irritado. Obviamente, fotografias não substituiriam a presença da mais recente geração da família.
Antes que a conversa se transformasse em discussão, retornei apressadamente à sala, com refrigerantes e biscoitos, que foi só o que encontrei nos armários. “Não tinha quase nada na cozinha.”, disse enquanto os servia. Papai me olhou feio após saber que a ausência dos meus filhos era minha culpa. “Você é quem sabia cozinhar. Desde que foi embora, me viro como posso.” “Eu não ‘fui embora’, papai. Eu me casei e fui viver com meu marido, como qualquer esposa normal.”, expliquei em um tom conciliador. “E é normal uma filha ficar anos sem visitar o pai? É normal criar empecilhos pros netos visitarem o avô?” Notei o desconforto do Fabiano e, discretamente, lhe fiz um sinal para que se acalmasse.
Peguei alguns biscoitos, sentei-me junto deles e mudei de assunto: “Nós íamos trazer um presente pro senhor, mas não encontramos comércios pela estrada e, quando chegamos aqui, as lojas já estavam fechadas.” Papai, ainda sisudo, resmungou algo que não entendi. Dessa vez, foi o Fabiano que me acalmou com o olhar. Vendo que não havia espaço para amenidades, fui diretamente ao assunto que me trazia ali: “O tio Henrique disse que o senhor passou mal e foi internado, mas ele não me contou qual foi o problema.” “Queda de pressão.”, papai respondeu, sem nem olhar para os biscoitos. “Não minta, por favor. O senhor está abatido e, pelo jeito que o tio Henrique falou, não foi só uma qu–” “O meu irmão deveria se preocupar com a própria vida. E se não fosse o curso do seu marido, você nem estaria aqui.” Chocada com a grosseria, fiquei sem palavras. Fabiano, que não é dado a contendas, levantou-se abruptamente do sofá: “Vou no carro pegar as fotos pro seu pai ver e também a sua mala, Luana!”, e saiu da sala a passos rápidos.
“O que você tem na cabeça? Venho passar o fim-de-semana com você e é assim que me recebe?”, eu disse, aproveitando que estávamos a sós. “Você só deve ter vindo por insistência do meu irmão. Ou desse caipira com quem se casou.” “Não fale assim do meu marido, papai!”, esbravejei. “Estou na minha casa! Falo como quero, de quem quero! E por que diabos você não trouxe meus netos? Quer que eu acredite nisso de viagem cansativa e estrada perigosa?” “Pouco me importa no que você acredita! Você achou mesmo que eu traria a Sônia pra cá?” Ele deu um tapa na mesa e um copo de refrigerante quase caiu no carpete: “O que você está sugerindo?” “Não estou sugerindo, seu cínico! Estou afirm–” Calei-me ao notar o meu marido parado na entrada da sala, com a minha mala na mão, olhando assustado para mim e para papai.
3- Expectativa
Eram duas horas da madrugada e eu não conseguia dormir. Além da poeira, que fazia as narinas arderem, eu me lembrava da briga com papai e da sua debilidade. “Amor… está acordado?” Ele gemeu. “Amanhã vou pro curso com você. Não quero ficar aqui.” “As vagas esgotaram. Não posso levar gente a mais, Lu.”, ele respondeu, com o rosto enfiado no travesseiro. “Eu não queria vir, mas você e o tio Henrique insist–” “É só não dar confiança pro que ele disser.” “Amanhã cedinho vou ligar pra Sônia e pro André. Estou preocupada.” “” “Amor…?” “” Fechei os olhos e me obriguei a pegar no sono, também.
Despertei abruptamente. Eram quase nove horas da manhã. Me sentei na cama, sozinha; o Fabiano já devia ter saído. Sonhara que estava presa em uma apertada jaula que, a cada instante, ficava ainda menor; se eu não escapasse, morreria espremida, mas, do lado de fora, feras queriam me devorar. “Que horror!”, suspirei, passando as mãos no rosto para dissipar as imagens que escapuliam da mente para a realidade. Caminhei até a janela, abri as cortinas e um sol cinzento, que iluminava sem aquecer, se espalhou pela cama.
A minha mala estava aberta sobre a cômoda; ao seu lado, estavam os retratos do André e da Sônia, que o Fabiano buscara no carro e se esquecera de mostrar para o papai. Cogitei ligar para eles, mas talvez ainda dormissem e preferi deixá-los aproveitar o sábado até tarde na cama. Tomei um banho, vesti uma saia de tonalidade clara e uma blusinha roxa de mangas compridas; calcei um sapatinho macio. Queria preparar um café-da-manhã caprichado para o papai: quem sabe um primeiro passo para uma boa convivência?
Espiei o seu quarto; ainda dormia. Na cozinha não havia nada além dos biscoitos que sobraram da noite anterior, e por isso fui até uma padaria próxima, cujo dono, tão velho quanto papai, falou assim que entrei: “Eu conheço essa ruiva!” Eu não me recordava dele, que disse se lembrar de mim desde pequenininha. Conversamos um pouco. Segundo me contou, papai raramente saía de casa e a vizinhança o achava um homem amargurado. “Está morando com ele de novo?” “Não. Eu me casei e moro um pouco longe, mas vim passar uns dias.” “Isso é bom. Ele parece precisar de companhia.” Comprei pães recheados, queijo, café e leite, e retornei me sentindo culpada pelo que papai se tornara. Ele sempre teve os seus problemas, mas quando morávamos juntos, era uma pessoa sociável e pujante, não um velho alquebrado e recluso. Além do mais, os meus cuidados com a casa a mantinham bonita, e não como se pertencesse a um filme de terror; um ambiente desses não ajuda ninguém a se recuperar.
Preparei a mesa e subi as escadas; devagar, abri a porta do quarto. Vazio. Papai devia estar no banheiro. Como em toda a casa, ali também imperava a desordem: roupas amarrotadas, lençol manchado, estilhaços de vidro no chão; sobre o criado-mudo, havia várias caixas de remédios, um copo d’água e porta-retratos com fotografias minhas. Sentei-me na cama e esperei, mas minutos se passaram e papai não voltava do banheiro. Repentinamente, percebi que seria a primeira vez, em muito tempo, que ficaríamos a sós, sem o Fabiano ou o tio Henrique por perto… e me senti angustiada. Foi então que ouvi um som vindo do quarto no qual passara a noite com o Fabiano, e fui ver o que era.
4- Quem pode endireitar o que nasce enviesado?
Banhado por uma luz fria que o deixava com uma aparência cadavérica, papai estava sentado na beira da cama, cabelos grisalhos desalinhados, pés tocando o chão e roupão aberto; segurava em uma das mãos o retrato da Sônia; com a outra mão, se masturbava. Ele sorriu ao me ver. “Nunca ia imaginar que ela tinha crescido tanto. Já é uma moça. E é linda. Parece com você.” O pau fino e comprido apontava para o alto, a cabeçona brilhava. “Me fala dela. Vem aqui. Vem.”, a sua voz era um sibilar: simulava suavidade, mas escondia malícia e desejos proibidos. “Eu… eu preparei café-da-manhã.” “Você é uma boa garota.” Fiquei vários segundos em silêncio; faltava-me ar. “Eu queria… queria que hoje fosse diferente… queria que as coisas fossem de outro jeito.” “Mas não são. Elas não são.”, ele disse, e olhou novamente a fotografia. “Ela é comportada? É caladinha?” Esfregou a cabeça do pau sobre o rosto da minha filha: branquinha, de cabelos ruivos e olhos verdes como eu; porém ela era mais “formosinha”, com seios, bumbum e rosto arredondados, enquanto eu era mais magra, esguia. “Ela… ela é bem faladeira.”, condicionada a responder, a obedecer; a sua voz e o seu olhar tornavam-se amedrontadores e hipnotizantes, e, sem perceber, eu já andara três passos na sua direção.
“Senta aqui. Seu perfume é bom; quero sentir mais de perto.” Sentei-me e observei melhor o seu corpo: esquálido, manchas rosadas na pele flácida, lábios ressecados e unhas amareladas. “Ela é faladeira, hem?”, e esfregou o pau sobre a boquinha dela. Na fotografia, Sônia, sorridente, sentada na varanda de casa: cabelos soltos, camiseta, shortinho, chinelinhos delicados; não usava sutiã. “Ela namora?” “Não, papai.” “Ela poderia estar aqui.”, e intensificou a punheta. Olhou então para as minhas pernas cobertas pela saia: “Deixa eu matar a saudade.” Senti algo vivo e gelado se retorcer dentro de mim, algo que eu julgava morto, renascia. Mas não podia renascer. A minha vida não era mais assim. Fechei os olhos, visualizei o Fabiano, a Sônia, o André, a fazenda: isso era a minha vida, e, no dia seguinte, o Fabiano voltaria… mas apenas no dia seguinte. Até lá, éramos apenas eu e a serpente.
A voz penetrante fazia da sua necessidade, a minha vontade. Segurei na barra da saia e a ergui, descobrindo as coxas bonitas até surgir a calcinha azul-clara. A respiração de papai e o ritmo da punheta aceleraram. A baba do pau sujava a imagem da Sônia. Ele se masturbava revezando o olhar entre as minhas pernas e o retrato na sua mão; da sua boca entreaberta escapavam elogios, que não sabia se eram dirigidos a mim ou à Sônia: “Hmmm… delícia… eu preciso disso… hmmm… que maravilha… nem me lembro de quando… ahhh… linda… hmmm… de quando me senti assim… ahhh… vivo…”
Papai soltou o pau e, com a mão melada, alisou a minha coxa. “Segura nele, Luana. Quero me lembrar.” Permaneci imóvel. Ele aproximou o rosto de mim, cheirou os meus cabelos, beijou o meu pescoço. “Tão cheirosa… eu preciso que você faça, Luana… senti tanto sua falta… tão sozinho aqui…”, e mais um beijo, dessa vez no meu queixo, perto da boca. Segurei no pau dele e comecei a punhetá-lo. A pica estava rígida como rocha e eu nunca imaginaria que papai estivesse em condição de ficar assim. Ele não olhava mais a fotografia: agora me lambia o rosto e o pescoço, apalpava as minhas coxas e gemia. “Você não… hmmm… você não faz ideia de… de como… ahhh… ahhh… desde que você foi embora… é tão triste… tão… hmmm…” Mexendo a minha mão para baixo e para cima na rola comprida, eu sentia o melado escorrer da cabeça do pau para os meus dedos. As suas pernas se retorciam, os pés se esfregavam no piso, a mão subiu pela parte interna da minha coxa e ficou rente à calcinha, sentindo o calor da xaninha coberta pela lingerie.
“A Sônia… hmmm… ela… hmmm… ela vai ser minha putinha, não vai?” Ele segurava a fotografia com tanta força que a amassava. Não respondi; ele repetiu a pergunta; continuei muda, punhetando. “Responde… hmmm… eu preciso ouvir…” “A Sônia… vai ser sua putinha, papai.”, murmurei, abrindo mais uma fenda em princípios que, há anos, eu julgava impenetráveis. Ele encostou o retrato da neta na cabeça do pau. “Continua… hmmm… mais forte… mais forte… ahhh… ahhh…” Mexi com firmeza na rola do papai que, com a boca escancarada, apertou fortemente a minha coxa e derramou porra sobre o rostinho da minha filha. Os jatos de sêmen grudavam no retrato e escorriam lentamente, formando uma pequena poça esbranquiçada no chão. “Isso… isso é… isso é o Céu… é o Paraíso… ah, meu Deus…”, ele balbuciou, e o último esguicho atingiu a testa da minha filha.
5- Porque somos muitos
Em poucos instantes, o pau estava flácido na minha mão. A fotografia caiu sobre o gozo e, como se a sua energia tivesse se esgotado, papai deitou-se na cama, de barriga para cima, ofegante, roupão ainda aberto; com uma das mãos, ele acariciava a minha coxa; com a outra, escondia o próprio rosto. A ameaça e a lascívia não existiam mais; ele parecia frágil como uma ferida exposta. “Eu… eu preciso de você aqui.”, confessou. Repousei a minha mão sobre a dele, na minha perna. “Não vai me dizer por que foi internado? Por que está magro assim?” “Vou morrer logo. Quero você aqui no final. Só você.” Acariciei a sua mão, que perdia calor rapidamente. “Vou vir com mais frequência. Tudo vai ficar bem.” “Não vai.” “Vai, sim. Mas o senhor precisa se alimentar.” “Não tenho mais fome.” Retirei a sua mão de sobre o rosto; ele parecia triste.
Delicadamente, levantei-me da cama, voltei a saia para o lugar, cobrindo as minhas pernas; com um lencinho que peguei na mala, limpei os dedos melados e absorvi a sujeira no piso. Papai me acompanhava com o olhar. “Posso ficar com a foto?”, pediu. Eu a desamassei e a limpei com o lenço. “Se você descer comigo e tomar café-da-manhã, pode.” Ajudei-o a se sentar na cama, fechei o seu roupão e descemos as escadas até a cozinha, onde a mesa estava posta há algum tempo.
Ele reparou na maneira cuidadosa que dispus a louça; no centro da mesa, coloquei um vasinho com flores colhidas no quintal. “Foi difícil encontrá-las em meio a tanto mato, mas valeu a pena. São bonitas.” Sentou-se à mesa, cabisbaixo. “Eu não sou uma pessoa má… é que, às vezes…” “Coma, papai. Por favor.” Ele parou de falar e, com esforço, bebeu café com leite e comeu um pedaço de pão. Sorri. “Vou colocar a foto no seu quarto.” Deixei-o na mesa, subi as escadas e, no quarto, substituí uma das fotografias nos porta-retratos pela da Sônia.
Ainda ouvindo o som da louça na cozinha, li com calma as bulas dos remédios sobre o criado-mudo; ele estava com graves problemas estomacais. Querendo saber mais sobre a sua enfermidade, chequei a gaveta em busca de outros medicamentos, mas só encontrei uma agenda com as páginas amareladas. Dentro dela, diversas fotografias antigas; em todas eu usava trajes mínimos escolhidos pelo papai e, atendendo às suas vontades, fazia poses sensuais e gestos obscenos.
Observando longamente aquelas imagens, uma a uma, memórias foram ressurgindo, e sentimentos, reavivando-se. Entendi que eu ainda era a jovem dos retratos e, para a minha surpresa, tudo o que fiz, desde que saíra daquela casa, tornara-se secundário, fora ofuscado por inclinações superiores. Há pouco, eu agira como a “boa garota” do papai, e agora essa garota não podia, ou não queria, ser esquecida novamente: quando tentei enxergar a mim mesma como esposa e mãe, algo encobriu a minha visão. Vagando entre fotografias, lembranças e redescobertas, sequer passava pela minha cabeça telefonar para os meus filhos ou para o meu marido: eles pertenciam agora a uma outra realidade, diferente daquela para a qual, sem que eu me desse conta, papai me arrastara, mais uma vez.
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