A amiga de minha filha


Antes de tudo, meu nome é Nestor, tenho 40 anos, sou moreno claro, gordinho (pouco acima do peso), sou casado e pai de duas filhas uma com 12 e outra com 18.
Como um bom pai, sempre gosto de conhecer as pessoas com quem minha filha mais velha se relaciona, e por isso toda vez antes de ir ao cinema com amigos novos, ela os leva até em casa para que eu conheça-os.
Numa dessas saídas ela levou para casa uma de suas novas amigas. O nome dela era Amanda, tinha 20 anos, uma morena bronzeada, cabelos longos, peitos medianos, coxas grossas e uma bundinha de tirar o fôlego de qualquer um.
Ela apresentou a mim e a minha esposa, conversamos um pouco e logo depois elas saíram para o cinema.
Passou cerca de uma semana e no meu dia de folga, uma terça-feira, aparece a Amanda em casa, sozinha por volta das 14 horas procurando por minha filha para elas irem à cachoeira. Mas acho que ela tinha errado o dia, pois o dia de folga do serviço de minha filha é na quarta e não na terça, expliquei isso a ela e ela mostrou-se meio chateada.
Convidei-a para entrar e tomar um refresco para recuperar as forças após a caminhada e coloquei-a sentada no sofá, enquanto eu ia até a cozinha para pegar um suco.
Eu estava pegando o suco na geladeira quando senti as mãos dela me abraçando por trás e acariciando meu peito; no início me senti um tanto constrangido, afinal ela era amiga de minha filha e eu um homem casado.
Tentei me desvencilhar, mas assim que me virei de frente ela me deu um beijo longo e molhado, e foi aí que percebi que ela não tinha errado o dia.
Na hora fiquei mudo e sem ação, mas ela continuou, e sem pronunciar qualquer palavra, beijou meu pescoço, mordiscou minhas orelhas, me beijou, pegou minhas mãos e colocou na bunda dela, e eu como um verdadeiro fantoche fui obedecendo a cada uma de suas requisições.
De repente ela parou, me olhou com um olhar lascivo e foi se despindo lentamente.
Ela já não estava tão vestida, pois como “planejava” ir a cachoeira ela vestia uma camiseta curta branca, um shorts jeans azul claro, e um chinelo.
Mas ela tirou a camiseta, e logo em seguida seu soutien, deixando à mostra seus lindos seios, durinhos, morenos, excitados e ela sem titubear agarrou-me pelo pescoço e puxou-me em direção aos seus seios, no que me pus a mamá-los bem gostoso, nessa hora senti o cheiro de sua pele, o sabor de seus peitos e ela expressava alguns gemidos tímidos, chupei seus peitos com mais vigor e ela estremeceu.
Começou a tirar minha camisa e em seguida ajoelhou-se e começou a tirar meu cinto. Abriu meu zíper e baixou minhas calças e ficou admirando meu pau latejando dentro da cueca.
Não sou nenhum cavalo, mas tenho 18cm de comprimento x 7cm de diâmetro, os quais ela colocou inteiros em sua boca quente e molhada.
Confesso que nessa hora quase gozei de tanto tesão, mas com muito esforço segurei e ela começou a mamar minha pica com muita delicadeza, lambendo a cabeça e colocando pra dentro da boca até o talo, esfregava em sua cara, cheirava, gemia e começava tudo de novo. Aquela boca quente estava me levando à loucura.
Foi quando ela se colocou de pé, tirou aquele seu shorts já minúsculo e começou a esfregar-se em meu pau.
Como um selvagem troglodita não resisti; rasguei sua calcinha e antes que ela pudesse fazer qualquer coisa, coloquei pra dentro de sua xana meus 18cm, de uma só vez. Ela deu apenas um gritinho e começou a debruçar em cima da mesa, fui bombando forte aquela bucetinha gostosa e apertadinha e ela gemendo de prazer.
Agarrava em seus peitos e a puxava em minha direção e ela abria mais as pernas recebendo todo meu pau em sua buceta. Seu rosto expressava verdadeiro prazer e tesão.
Meu pau deslizava como trem no trilho, dentro daquela buceta, querendo gozar e eu segurando. Ela rebolava, contorcia, apertava meu pau com sua buceta.
Ainda estava na sua buceta, quando ela colocou a mão no meu pau, tirou da bucetinha e apontou para seu cuzinho.
Nessa hora fiquei extasiado, mas seu cuzinho era apertadinho, acho que era a primeira vez, e eu fui empurrando bem devagar, revezando entre a buceta e o cu até o mesmo estar bem lubrificado, foi quando ela arrebitou a bundinha e a cabeça entrou; quando ela percebeu que tinha ido a cabeça ela deu um tranco pra trás e num berro misturado à dor e tesão ela começou a gozar intensamente.
Bombei algumas vezes em seu cuzinho, mas as contrações dele em meu pau eram muito intensas e não consegui segurar por muito tempo, e gozamos quase juntos.
Ficamos ali parados um tempo, ela foi ao toilet, se recompôs, e do mesmo jeito que chegou, saiu, sem pronunciar uma palavra.
Nos vimos ainda por duas vezes, mas depois ela mudou-se e nunca mais a ví… Saudades!

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