Procurando e achando!


Apelo: Antes de se aventurar use camisinha! Faça gostoso e de forma consciente!
Resolvi sair descompromissadamente. Estava a fim de me aventurar. Estava a caça de parceiro para realizar meus desejos. Peguei um ônibus e resolvi descer do outro lado da cidade. Entrei num bar para beber e ver se caçava alguém disposto. Não demorou muito e um negro já olhou para mim. Estava com um colega e não queria transparecer que desejava me conhecer. Não tirava os olhos do meu traseiro. Percebi e resolvi manerar na velocidade da cerveja. Fiquei batendo papo com o atendente e pouco depois o amigo do negrão foi embora. Ele foi ao banheiro e na volta me cumprimentou e puxamos assunto.
– Bom tomar uma cerveja para relaxar…a semana inteira e trabalha e final de semana tem que descansar um pouco!
– Sim, sim…temos esse direito!
– Você mora aqui, não?
– Moro do outro lado da cidade e vim fazer um serviço aqui!
Falei isso para não dizer que sai para ficar dando bandeira. O homem sentou ao meu lado. Era os famosos bancos americanos circulares de balcão. Pedi uma cerveja.
– Essa eu pago (disse ele)…pode deixar! Oh camarada …serve uma para nós aqui!
Conversamos e falamos de tudo. Rolou piada, futebol, mulherada que passava na rua e assuntos pertinentes.
– Bom, minha hora é chegada! Aceita uma carona?
– Aceito sim!
Pagamos a conta e saímos. O clima estava chuvoso e a carona seria muito bem vinda. Entramos no carro e ele perguntou onde eu ficaria. Saímos dali e ele dirigia.
– Qualquer metrô serve.
– Legal…e você gosta de se sair para onde?
– Ah…depende…curto umas aventuras bem loucas!
Olhei para o pau dele e entendeu o recado.
– Então você curte?
– Claro!
– E já deu alguma vez?
– Já!
– Eita menino bom!
Passou a mão em minhas coxa esquerda. Retribui passando a mão em seu pau por cima da bermuda que ganhara volume. Encostou o carro embaixo de uma árvore e a escuridão com a chuva dava uma boa chance de brincar um pouco.
– Tá a fim ?
– Demorou…
Abaixou um pouco o banco e desceu a bermuda. Uma rola negra semi flácida surgiu e passei a alisar e por fim abocanhei. Comecei a chupá-lo e aquele mastro começou a ganhar volume. Sua mão passou por debaixo da minha bermuda alisando minha bunda e mexendo no meu anel. Resolveu ficar sentado enquanto a rola enchia minha boca já quase ereta. Passou a lubrificar meu anel e colocava a ponta do dedo para me excitar. Fiquei excitado e chupava com vigor. Trabalhava bem a língua na cabeça do pau e descia indo até as bolas. Dava algumas estocadas e eu chupava com vontade enquanto recebia a metade do dedo abrindo meu cuzinho! Estava delicioso aquilo e ele propôs irmos a um motel.
– Vamos…estou muito excitado. Quero sentir isso tudo em mim.
Chegamos e ele estacionou o veículo. No decorrer do caminho passava a mão em minha coxa e eu alisava o cacete dele. Subimos e chegamos na recepção. Havia uma mulher bonita lá mas não ficamos constrangidos. Solicitamos algumas horas e pagamos. Abrimos a porta, entramos e trancamos. Imediatamente baixou a bermuda e tirou a cueca ficando livre para que eu pudesse agir. Sentei na cama e passei a chupar aquela pica que iria fazer o meu desejo se tornar realidade. Ela ganhou ereção e volume completo e lubrificava ao máximo para poder ser penetrado. Dava algumas estocadas em minha boca e não demorou para que a cabeça daquele mastro ficasse totalmente lubrificada. Tirei minha roupa e fiquei como vim ao mundo.
– Empina essa bunda! Quero chupar seu cú!
Passou a chupar meu cú com maestria socando a ponta da língua no anel já perfurado pelo dedo anteriormente. Lubrificou bem e senti a cabeça roçar a minha bunda. Meu cuzinho piscava e pedia penetração. Começou a forçar meu buraquinho com a cabeça e no que ele se abriu recebi uma enterrada de meio pau. Segurou minha bunda e começou um vai e vem tranquilo. A dor era forte e recebia boas cabeçadas internas. Sentia suas bolas baterem em minha bunda com frequência o que me excitava mais. Meu anel estava aberto e levando rola de um negro faminto.
– Rebola! Faz o negão sentir o poder desse cú!
– Assim?
– Ahhh…isso …mais…
Rebolei algumas vezes e aquela rola fazia um bom trabalho num vai e vem intenso. Socava tudo e com vigor. Meu anel começou a formar um sulco de suor no entorno. Passava a mão em meu pau para me excitar-me e ele segurava pra que eu não gozasse. Aquela rola ia e vinha causando um misto de vazio e preenchimento. Era muito delicioso.
– Mete negão, mete…
Recebi vigorosas estocadas e fiquei de quatro. O pau deslisava muito bem e ia e vinha com vontade dando muitas estocadas. Ele tirava e enterrava por completo. Meu anel estava arrombado e facilitava essas penetradas de quatro com extrema facilidade. Olhava para ele e pedia mais. Colei meu cú no saco dele e rebolei. Uma delícia aquela rola. Apertava o travesseiro com as mãos para segurar o prazer que estava sentindo.
Resolvi pedir uma posição que doía mas gostava muito. Ser penetrado com o cú totalmente para cima. Deitei e ele segurou minhas pernas erguendo meu cú e ficando exposto totalmente para o céu. Deu uma penetrada certeira e passou a bombar com força. Dava enterradas profundas. A dor era forte e sentia a cabeça dele quase no meu estômago. As bolas começaram a bater com frequência no meu anel e sentia um prazer enorme. Minha pica estava a plena loucura de soltar esperma. Olhava aquela rola lubrificada e tinha um tesão enorme. Estava subindo pelas paredes! Bombava forte e enterrava por completo aquela piroca fazendo eu gemer várias vezes. Vi que sua velocidade aumentava e as estocadas intensas.
– Ahhh, eu vou gozar…quer o leite aí mesmo?
– Claro!
Deu mais cinco bombadas e senti um jato de porra tomando meu corpo. Senti um espasmo com esse gozo repleto de vida. Segurou-me forte e tudo escorreu. Espalhou o leite com mais algumas bombadas. Notei a felicidade dele e deitou-se do meu lado. Meu cuzinho começou a expelir e escorrer o leite. Pegava e passava os dedos lubrificando em volta até parar de escorrer. Resolvemos descansar um pouco e tomamos um banho em seguida.
Começou a brincar na porta do meu cuzinho de novo e deixei. Se avolumou e recebi nova enterrada de ladinho. Metia com vontade e o vai e vem era forte. Retirou a pica e mandou eu chupar. Queria gozar na minha boca. Lubrifiquei mais aquele mastro com minha ágil língua e engolia prazeirosamente aquele mastro. Recebi diversas estocadas no céu da boca e babava para excitá-lo. A velocidade aumentou e um pouco de esperma caiu em minha língua onde bebei e engoli. Passei a limpar o pau em seu entorno e tomamos um novo banho. Saímos e ele deixou no metrô. Trocamos números de celulares e marcamos novos encontros. Foi o início de diversas relações que me levariam a total promiscuidade.

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