Para o que der e vier!


Ela, Manuela, ou simplesmente, Manu! Linda, morena, 1,58, cabelos levemente ondulados, pernas roliças, bumbum redondinho e empinado, seios que pareciam dois pêssegos. Eu, Vicente, um homem sem nenhum atributo fantástico. Apenas um homem com desejos e muita paixão! Aqui, contaremos algumas (ou muitas!) das nossas histórias.
Éramos grandes amigos, desde a infância! Fizemos diversas viagens juntos, seja com nossas famílias, com nossos respectivos parceiros ou mesmo sozinhos, mas nunca havíamos nos olhado com sentimento diferente de uma amizade verdadeira.
Até que numa dessas viagens, nossa história começou a mudar. E pra muito melhor!
O destino era perfeito, numa cidade serrana do sul de MG. Fizemos alguns passeios durante o dia, mas a chuva atrapalhou nossos planos para a noite. Acabamos ficando na pousada, cada um em sua suite… Manu me convidou a ir para o seu quarto, onde ao menos poderíamos conversar até que o sono chegasse. Não tínhamos segredos um com o outro. Eu estava solteiro há algum tempo. Manu havia rompido um relacionamento há poucos dias.
Estávamos abraçados como de costume, assistindo TV. Mas algo estava diferente naquele dia. Começamos a nos acariciar. Tocava seus braços, seu rosto, seu ombro… e sentia sua respiração longa, num suspiro de quem estava gostando do clima. Suas mãos deitadas sobre meu peito agora já correspondiam, retribuindo as carícias. Resolvemos mudar de posição, e sentados, Manu se colocou entre minhas pernas, recostando-se sobre meu peito, de costas pra mim. Meus braços agora envolviam sua cintura e suas mãos abraçavam minhas pernas. Nossos rostos estavam muito colados, como o de dois amantes, mas apenas nos acariciávamos. Agora, minhas mãos percorriam seu ventre enquanto com uma Manu apertava minha perna, e com a outra, abraçava minha cabeça, deitando a sua sobre meu ombro.
Dei um beijo em seu rosto, devolvido em seguida. Foi quando ela sussurrou no meu ouvido:
_ Adoro você!
Aquelas palavras me causaram arrepios. Não pelas palavras, mas pela situação! Ouvir aquele sussurro me tirou do centro, e devolvi o elogio, já dando sinais de excitação:
_Também te adoro!
Falei de dei-lhe um beijo no ouvido, causando-lhe arrepios.
Manu percebeu minha excitação, e com um sorriso malicioso, olhou pra mim e mandou na lata:
_ Acho que alguém aí tá ficando animadinho!
Não soube o que dizer na hora, e só o que saiu foi um pedido de desculpas:
_ Me desculpe Manu! Não sei o que aconteceu, mas não consegui me controlar.
Ela, com seu jeito meigo de contornar as coisas, continuou com a brincadeira:
_ Quer dizer que meu amigo querido tá cheio de tesão por mim?
Não tinha como voltar atrás. Agora era ver onde aquilo ia dar.
_ Não tenho como mentir pra você! Essa situação me tirou do eixo. Culpa sua! Quem mandou ser gostosinha desse jeito!
_ Ah é! Isso é jeito de falar com sua amiga de infância?
_ Queria que eu dissesse o que? Mas tudo bem… já que não gostou.
Falei e tentei me levantar. Manu me segurou pela mão me surpreendeu mais uma vez:
_ Onde você pensa que vai? Cutuca a onça e depois sai de mansinho?
_ Desculpa Manu, mas…
Manu me interrompeu, decidida como nunca antes:
_ Cala essa boca e volta pra cá!
E me lascou um beijo lascivo, quente, molhado!
Suas mãos logo buscaram o volume que se formou na minha bermuda:
_ Agora além de um amigo, ganhei também um pau amigo! _ disse com um sorriso e um olhar sacana que nunca tinha visto.
Nos atracamos novamente. Outro beijo delicioso! Nossas mãos agora já exploravam nossos corpos procurando dar e sentir prazer. Senti seus seios em minhas mãos pela primeira vez. Ela se afastou e tirou a blusa, ficando só com o soutien. Meus olhos brilhavam. Tirei minha camisa. Nos beijamos novamente e minha mão encontrou sua bunda, suas pernas. Beijava seu pescoço, mordiscava, corria a ponta da língua enquanto descia a alça do soutien. Aqueles mamilos pequeninos, apontando para o alto me enlouqueceram. Senti-los entre meus dedos era uma delícia e eu mal pude esperar para abocanhá-los como um bebê. Delícia! Manu já se contorcia e gemia baixinho no meu ouvido. Suas mãos já desabotoavam minha bermuda e encontravam meu pau, duro e louco por aquele toque macio dos seus dedos. Com o peso do meu corpo, fui provocando que Manu se deitasse, enquanto descia beijando sua barriga. Tirei seu short junto com a calcinha, revelando aquela bucetinha lisinha, molhadinha, deliciosa! Acariciei, cheirei, e não exitei em me deliciar, me lambuzando no mel que fluia daquele pedaço gostoso de carne. Minha língua explorava cada centímetro daquela gruta! Manu agora não se aguentava, e se arqueava na cama, enquanto eu chupava e mordicava seu clitoris, penetrando-a com meus dedos. Manu gozou na minha boca e logo quis retribuir o carinho.
Jogou seu pequeno corpo sobre o meu, e arrancou minha bermuda e cueca. Olhou pra mim com um olhar safado, segurou minhas bolas e lambeu meu pau, desde a base até a cabeça. Contornou a cabeça com a língua, beijou e engoliu. Tirou novamente, roçando os dentes na cabeça do pau e voltou a engolir. Chupava com gosto e maestria. Eu jamais tinha imaginado aquela minha amiga de infância numa cena como essa. Mas ela era muito caprichosa. Se mostrava uma expert na arte de mamar num pau! Não parava de me olhar enquanto degustava minha vara. Engolia toda e tirava da boca. Interrompi sua chupada pois senão gozaria na sua boca. Manu protestou, mas eu queria mais! Aquela gruta ia ser explorada pelo meu membro pulsante.
Manu abriu as pernas me chamou:
_ Vem cá meu P.A. Mete na sua amiga safada. Me faz gozar nessa sua pica gostosa!
Aquilo me enlouqueceu. Me posicionei sobre ela e comecei a esfregar o pau no grelinho que já se contorcia. Manu já me implorava para consumar nossa primeira transa:
_ Anda Vi, mete esse pau na minha buceta! Quero te sentir lá dentro! Mete anda! Me fode logo!
Não esperei ela pedir novamente. Coloquei a cabeça da pica na portinha e penetrei num movimento contínuo, até o fundo! Gememos juntos! Delícia sentir aquela bucetinha quentinha, apertadinha… Comecei a meter devagar. Entrava e saia, e ia aumentando o ritmo e a força das estocadas. Manu gemia e cravava as unhas nas minhas costas, pedindo mais:
_ Isso Vi… me fode! Me faz sua! Me faz gozar no seu caralho! Fode mais meu amigo gostoso!
Quanto mais ela pedia, mais eu metia, mais fundo eu tentava ir:
_ Tá gostando é minha amiga safada! Gostando de foder com seu amigo! Nunca pensei que você fosse tão safada!
_ Pra você eu sou o que você quiser… Fode sua safada! Me faz sua putinha! Me pega de 4 agora e mete gostoso esse pau na minha xaninha! Quero gozar de 4!
Manu ficou de 4 e eu não me demorei em meter naquela buceta! Ver aquela bundinha redondinha ali, arrebitada pra mim era demais! Eu metia com vontade, segurando Manu pelos cabelos, sem violência! Ela já revirava os olhos e eu me segurava. Manu anunciou seu gozo e eu me soltei. Queria gozar junto com ela e logo explodimos num orgasmo arrebatador!
Caímos exaustos, mas extasiados do prazer que tínhamos acabado de desfrutar. Mas uma pergunta era inevitável, e partiu de mim:
_ E agora, com vai ser?
Olhamos um para o outro. A mesma cumplicidade de sempre. Nada precisava ser diferente. E Manu acabou com qualquer aflição:
_ Continuamos amigos. Só que agora vamos poder viver os prazeres que essa amizade vai nos proporcionar! Continuamos amigos, pro que der e vier!

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