Como deixei meu irmãozinho me comer


Quando casei, tinha 18 anos. Minha familia era contra, pois Giba tinha 36 e um filho pequeno. A paixão triunfou, porém, os quinze anos juntos, aos poucos, solapou os alicerces do matrimonio.

Pensava que desproporção na idade não seria problema, mas, o tempo se encarregou de mostrar meu equivoco. Suas viagens e a rotina foram razões secundárias.

A causa maior era a ejaculação precoce, as rapidinhas do meu esposo, me deixando insatisfeita sexualmente. Várias vezes sugerí que ele procurasse ajuda especializada. Foi em vão, a ponto de causar brigas.

Há pouco, minha mãe teve um AVC. Quando fui visitá-la, ela já havia recebido alta e acabei ficando, para ajudar nos afazeres da casa. Meu pai, mesmo idoso, ainda trabalha como motorista de taxi. Meu irmão do meio foi estudar na capital e só sobrou o caçula.

Podem me chamar de irmã coruja, mas, Rodrigo virou um lindo rapaz. Sua postura comigo era retraída, talvez por não termos convivido. Ele era criança quando me casei.

Meu pai mandou ele dormir no sofá da sala, me devolvendo o antigo quarto. Me senti um tanto intrusa na casa dos meus pais. Eles estavam felizes com minha presença. Só meu irmão agia como se eu fosse uma estranha.

Resolvi me esforçar para cativa-lo. A convivência com meu enteado, em especial depois de transarmos, me deu subsídios para lidar com um adolescente. No início, nossos diálogos eram assim:

- A Dona Terezinha ainda é a diretora do colégio?

- É.

- Ah, e ela continua chata como no meu tempo?

- É.

- Ela vivia pegando no meu pé. Quando não era a saia do uniforme, era o batom, o cabelo solto e vivia me chamando na diretoria por qualquer motivo. Ela já te chamou também?

- Já.

Meu irmãozinho era bastante tímido. E quando conversava comigo, não me encarava. Suas respostas monossilábicas no início me desconcertava e depois me agastava. Certo dia não aguentei e explodi:

- Maninho, você não gosta de mim? Eu te fiz alguma coisa?

Ele olhou assustado pelo meu tom de voz. E sempre de cabeça baixa respondeu apressado:

- Não, Dé. É claro que eu gosto!

- Mas não parece. Você não fala comigo! Nem beijar me beija! Só eu que te abraço e beijo! Quando você era neném, eu te carreguei muito no colo, sabia?

Rodrigo parecia irresoluto e acuado. Eu eu por impulso, o abracei firme, dizendo:

- Se você me ama como eu te amo, me dá um beijo! Vamos!

Aninhado nos meus braços, acanhadamente beijou meu rosto e sussurou um ¨Desculpa, Dé¨. E depois disso, ao ir para a escola e voltar, sempre me beijava, como fazia com a mamãe. Passou a soltar-se um pouco mais, falando do colégio e dos colegas.

Certo dia, entrei no banheiro e dei de cara com ele sentado na patente, a calça arriada, segurando o pinto. Pega de surpresa, fiquei sem reação. E ele, mais do que depressa, puxou o papel higienico do rolo, tentando dissimular. Saí, fechando a porta.

Rodrigo estava se masturbando. Para mim, sem novidade, já que meu enteado também fazia e eu fingia não perceber. Só que agora, tinha dado um flagrante constrangedor.

Meu irmãozinho, envergonhado, se fechou de novo. Cabia a mim dissipar os bloqueios. E na primeira chance, puxei conversa, abordando o assunto diretamente, dando a entender que aquilo era a coisa mais normal do mundo. E ele ruborizado, só escutando.

- Eu também me masturbo, de vez em quando. Sabe? Tenho até um vibrador. Meu marido viaja muito e quando dá vontade, eu faço. Não tem nada demais. A maioria das pessoas fazem isso, viu? É muito gostoso, eu sei.

Lembrei que meu enteado contou quantas vezes se masturbou pensando em mim. O quanto queria comer uma mulher, um sonho difícil de realizar. A imaturidade e timidez impedia de tentar as meninas, fora o receio de não conseguir fazer direito. Meu irmãozinho estava vivenciando essa fase.

- Olha, Rô, sou tua irmã. Te amo e pode contar comigo, tá? Não precisa ter vergonha de falar as coisas. Sexo é bom, natural. Não é feio e nem vergonhoso. As pessoas fingem, falam isso e aquilo, mas, todos eles fazem. Escondido, mas fazem, tá? É como cagar e mijar. Ou tem alguém que não caga e nem mija?

Ele até sorriu, mais desafogado. Eu também ri e aconselhei:

- Da próxima vez, não esqueça de trancar a porta do banheiro, tá?

E depois disso, nosso relacionamento ficou ótimo. Conivência de verdadeiros irmãos que éramos. Nossa conversa era sobre tudo, filmes, futebol e sexo. Rodrigo me contava das garotas por quem ele tinha interesse. Certa vez, até confessou que tinha ¨tocado uma¨, em homenagem da Dona Terezinha.

Aquilo me chocou. Dona Terezinha? Já no meu tempo era uma loira feia, gorda e enrrugada para seus trinta anos. Agora na casa dos ¨enta¨, deveria estar muito mais horrorosa. O que aquele moleque via nela? Incrédula, ouvi ele dizer que as pernas e a bundona dela davam tesão. Só pude dizer:

- Ela é muito feia! E se ela desse para você, você transava com ela?

E ele respondeu de pronto:

- Ela nunca ia dar pra mim, mas, se ela deixasse, eu comia!

Para desejar aquilo, meu irmãozinho estava mesmo necessitado, pensei. Não sei se foi o espirito de competição, ou o ego de mulher, me levantei nos meus 1,64m, 55kg, no apice como mulher, joguei os cabelos negros, longos e lisos para trás, menei o corpo como uma modelo em desfile e perguntei desafiadora:

- E eu? Que você acha? Você transava comigo?

Agora quem estava perplexo era Rodrigo. Me encarou, avaliando da cabeça aos pés, balbuciando:

- É claro! Isso é, se não fosse minha irmã!

A brincadeira me causava uma excitação paradoxal. Seu olhar agora cobiçoso já dizia a resposta, mas, mesmo assim, só pelo prazer de ouvir a resposta em alto e bom som indaguei:

- Então eu sou gostosa? Ou não sou?

Dei uma rebolada, descendo as mãos sensualmente pelos seios, cinturinha e quadris largos, simulando carícias provocantes. Escutei um tímido ¨- É sim¨. Mas continuei insistindo:

- Não escutei. Como é que é? Sou gostosa mesmo? Fala, vai, fala!

Eu estava feliz. Minha mãe já quase recuperada, com pequenos problemas na fala. Graças a terapia com a fonoaudiologa, melhorava a cada dia. Tinha reassumido o comando da cozinha e me ajudava na faxina. Meu pai, volta e meia trazia o bombom sonho de valsa, tal como quando eu era criança. E meu irmãozinho se tornara um grande amigo.

Nossos cumprimentos, eram selinhos. Me apertava o coração, pensar que eu teria de ir embora. Voltar para meu marido e enteado. Talvez porisso, queria viver intensamente aqueles momentos com mamãe, papai e Rodrigo.

Com meu maninho, tudo era motivo para entrarmos em lutas corporais. Nas apalpadelas, sentia que ele sempre ficava com o membro duro. Não me surpreendeu constatar que ele me amava como irmã e desejava como mulher.

Quando fiz amor com meu enteado, me senti verdadeiramente mal. Tinha a impressão que meu marido iria descobrir tudo. Por muito tempo, foi difícil conter o remorso de ter feito algo errado, vergonhoso.

Mas pouco a pouco, passei a aceitar como normal o incesto e infidelidade em família. Afinal, até uma tia do meu marido, tinha ¨roubado¨ o marido da outra tia, a própria irmã. E estava vivendo feliz com o ex-cunhado.

Foi num dia que meu pai levou mamãe para novos exames no hospital. Ficamos apenas eu e Rodrigo em casa. Ele assistindo um filme na TV da sala. Era uma chance única. Talvez não tivesse outra. Estava decidida a ser a primeira mulher da vida dele.

Pelo jeito, iria demorar para ele deixar de ser virgem. Poderia ser com alguma prostituta ou ter uma experiência ruim. Não me custaria nada dar para ele. Com amor, ternura e carinho de irmã. Pensando bem, apenas deixar ele colocar seu penis dentro da minha carne, meter até gozar. Depois, lavando, era como se nada tivesse acontecido.

Tomei uma ducha e me aproximei dele, toda nua, só envolta na toalha.

- Que calor, hoje, né Rô ? Olha, mal saí do banho e já estou toda melada. Pega aquí, ó!

E direcionei suas mãos para minhas coxas alvas. A bermuda estufada não deixava dúvidas que ele estava com o bilau rijo, pronto para o sexo.

Deixei a toalha cair e ante seu olhar incrédulo e estupefato. Apalpei seu penis e abrí o fecho da bermuda. Ele reagiu e como sempre, entramos em luta corporal.

- Para, Dé! Você é minha irmã! Isso não pode!

- E dai? Sei que você me quer, querido! Olha como esse passarinho tá duro!

Sua resistência era fraca. Tanto que conseguí tirar a peça e embaixo dela, havia ainda uma cueca diminuta, tipo zorba. Essa foi mais facil ainda. Uma piroca dura e ereta se soltou, apontando para cima.

- Mas, Dé, nós somos irmãos, Dé!

- E dai? E dai? Tô vendo que você tá louco para me comer, amor. Eu vou te dar, viu? Olha, tá duro duro! É só meter na minha bocetinha, olha! Vem, amor, vem!

Dizia isso sentada encima dele, esfregando minha pombinha no seu membro inchado, enquanto dava um beijo lascivo e molhado, de mulher para amante. Ele já estocava por baixo, de forma estouvada, tentando me penetrar.

Facilitei rebolando e apesar da grutinha ainda quase seca, fui deixando sua vara entrar em mim, descendo devagar, controlando seu ímpeto, seu desejo, sua vontade. Até entrar o bastante.

- Está gostoso, Rô ? Estou dando prá você, viu? Te amo, maninho, você me ama?

Ele começou a gemer e a falar de forma desconexa:

- Te amo, Dé! Ah, ah, te amo demais! Não acredito! Estou metendo! Ah, Dé, tá gostoso, Dé! Ah, ah!

- Só avisa quando for gozar, viu? É pra gozar fora, tá bom, amor?

Não deu tempo. Ele gemeu guturalmente, enquanto sentí dentro de mim o jato quente. Dei um pulo e ainda assim, as ejaculadas seguintes me encheram a entrada da bocetinha de esperma. Corrí para o banheiro e lavei depressa.

Rodrigo me seguiu preocupado, se desculpando. Eu é que deveria ter me cuidado mais. Assim, o tranquilizei:

- Tudo bem, Rô. Eu nunca engravidei mesmo. Não vai ser desta vez, né? Quer tomar banho comigo?

Meu irmãozinho não disse nada e saiu do banheiro, apavorado com os acontecimentos.

Me sequei e fui atrás dele. Ele já tinha vestido a bermuda de novo e estava sentado no sofá, cabisbaixo. Sentei ao seu lado, o abracei dizendo:

- Querido, o que que há? Você não gostou? Fala, amor, fala, não gostou?

- Não é isso, Dé. É que é errado, Dé. A gente, nós, somos irmãos, não pode, sabe? E…

Eu o interrompí:

- E daí? Não foi bom?

- Foi, foi demais! Eu nem acredito! Foi a coisa mais gostosa deste mundo. Só que…

- Para, querido! Não tem nada de errado, tá! É só você não contar pra ninguem e não tem nada demais. Fui eu que quis. Se alguém tem culpa sou eu, tá. Se você gostou mesmo, vem comigo, vem, vamos tomar banho.

Ele se deixou conduzir. E mais feliz fiquei quando ao desnudá-lo de novo, notei que ele estava de novo em estado de ereção. Sob o chuveiro, ficamos mais nos amassando do que banhando.

Quando agachei e dei um beijo leve na glande, todo seu corpo sacudiu como tivesse levado um choque. Envolví a chapeleta com os lábios, abocanhando e tentando envolver com a boca toda extensão da piroca. De respiração arfante, meu maninho começou a gemer. Parei com o boquete antes que ele gozasse de novo.

Fomos para o quarto e transamos, desta vez com calma, com ele me comendo de quatro, papai e mamãe e franguinho assado. Rodrigo parecia estar em transe, maravilhado. A grutinha começou a arder, mas, deixei ele continuar metendo até se saciar por completo.

Acabei tendo dois orgasmos, até ele gozar, desta vez em cima do meu ventre. Abocanhei a piroca dele, que ainda pulsava, soltando esperma. E chupei, engolindo tudo, até ficar todo limpo, só úmido com a minha saliva. O menino ainda continuava meio ereto, sem amolecer.

Rodrigo disse que me amava ainda mais. O pouco que eu lhe dera, para ele, tinha sido a coisa mais importante da sua vida. A primeira boceta na vida dele era a minha. Sensibilizada, apesar de saber que tudo aquilo, para ele já seria inesquecível, resolví dar tudo então.

Sei que os homens tem fixação pelo sexo anal. Rodrigo ainda iria comer muitas, porém, poucas deixariam meter atrás. O primeiro cuzinho dele, também, teria que ser o meu. Afinal, quando solteira, já tinha dado o rabinho para dois namoradinhos. E se até meu enteado se banqueteava alí, porque não o meu irmãozinho?

Na ultima noite, peguei margarina num pires e levei para o quarto. Já tinha combinado que ele viria, depois de nossos pais terem dormido. Peguei um saco plástico e cobrí uma caneta. Untei a ponta com a margarina e enfiei no anus. Repetí até lubrificar bem.

Rodrigo entrou no quarto silenciosamente. Tirou a cueca e já veio querendo meter na xoxotinha. Disse para ele que só ia deixar se ele me chupasse bastante. Até quando eu dissesse que estava bom. E em troca, eu daria um presentinho para ele.

Tarado, doido de tesão, ele chupou com vontade. Susurrando, fui ensinando como fazer de forma prazeirosa para mim. ¨-Passa a língua. Isso! Iiissso! Devagar agora, lambe mais, enfia a lingua, isso, isso! Beija, beija a xerequinha, assim, assim, forte agora, vai!¨. E o orgasmo veio intenso, delicioso.

Peguei no seu penis duro e untei a margarina. Passei bastante na cabeçorra. Fiquei de quatro, abrí as maçãs da bunda e chamei:

- Vem, vou te dar o cuzinho! Vem, mete, vem!

Mal contendo a ansiedade, ele tentou penetrar, mas, a ponta escorregava pelo rego. Peguei no mastro, direcionei no botãozinho e mandei empurrar. Estava tão lubrificado que ao passar pelo anelzinho, a dor foi mínima. O avanço é que foi mais penoso. Mesmo eu colaborando, a reação era involuntária. Ele forçou metendo, até entrar tudo.

Tomando mil cuidados para não fazer barulho, coloquei a sua mão no meu grelhinho, guiando os dedos aumentando meu tesão. Não sei se consegui gozar pelo cuzinho, porém, tive um orgasmo diferente, com ondas de prazer percorrendo todo meu corpo.

Meus dois buraquinhos piscavam em contrações involuntários. Acho que mais pelo anelzinho arrombado, apertando a vara do meu irmãozinho, enterrada lá no fundo. Tive de me segurar para não gritar e acordar meus pais. Me deixei cair toda mole e recobrei então o sentido da audição. Pude ouvir Rodrigo bufando e falando sem parar:

- Ai, Dé, ai, uh, delícia, Dé, delícia! Ai, uh, que cu apertado, Dé. Ai, apertadinho, uh quente, vou gozar, uh, vou te encher o cu de porra, vou…

E ejaculou de forma abundante. Começei a contrair as preguinhas, sugando toda gala para dentro de mim, até o membro amolecer de vez. Foi delicioso sentir a hora que ele saiu de mim, de forma abrupta, expulso pelos meus musculos anais.

Sei que para os outros, o que fiz é errado. Mas, para mim não é. Há muito me libertei dessas convenções sociais que impõem tantos tabus às pessoas. Pode parecer estranho para muitos, mas, para mim, foi como se eu fizesse sexo com meu marido. Não, foi muito melhor. Entre quatro paredes, só vale o que nós dois sentimos.

Nos amamos como irmãos e também, como homem e mulher. Adorei dar para ele e estou ansiosa por mais. Bem mais. As minhas visitas aos meus pais, agora, serão bem frequentes…

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